Sabe... você é perfeito pra mim, eu te gosto muito, por enquanto, por que eu sei que vai chegar uma hora que tudo vai dar errado, não? Você simplesmente vai enjoar de mim, da minha voz, do meu sorriso bobo apaixonado, mas  isso não quer dizer que eu vou deixar de gostar de você...
Nunca vou esquecer do teu abraço, do teu cheiro, do teu sorriso, mas infelizmente essa hora chegou, e chegou cedo demais, todos me perguntam,  me deixou triste, chateada, e até deprimida, mas enfim... eu ainda gosto de você, e até que eu deixe de gostar eu acho que o céu fica roxo.

“Não volte pra casa, meu amor, que aqui é triste. Vá voar com o vento, que só lá você existe... Não me esqueça, que eu não sei mais nada de você...”

Na hora errada

17 de jan. de 2015

Sabe... você é perfeito pra mim, eu te gosto muito, por enquanto, por que eu sei que vai chegar uma hora que tudo vai dar errado, não? Você simplesmente vai enjoar de mim, da minha voz, do meu sorriso bobo apaixonado, mas  isso não quer dizer que eu vou deixar de gostar de você...
Nunca vou esquecer do teu abraço, do teu cheiro, do teu sorriso, mas infelizmente essa hora chegou, e chegou cedo demais, todos me perguntam,  me deixou triste, chateada, e até deprimida, mas enfim... eu ainda gosto de você, e até que eu deixe de gostar eu acho que o céu fica roxo.

“Não volte pra casa, meu amor, que aqui é triste. Vá voar com o vento, que só lá você existe... Não me esqueça, que eu não sei mais nada de você...”

Eu não sei porque, mas senti uma vontade enorme de ir até a floricultura apenas para sentir o cheiro das flores. E lá estava ela no balcão com aquele sorriso extremamente doce e os lábios tão rosados que por um minuto me perdi. Quando descobri o seu nome, senti a mesma sensação de quando ganhei o meu primeiro livro. Não tem como descrever. Duas semanas depois aquele sorriso já me pertencia, ninguém mais poderia roubá-lo. Se encantava com qualquer coisa boba: O toque em sua mão com os meus lábios selando a ponta do seu nariz num gesto de carinho, quando abria a porta do carro para entrar e até mesmo quando retirava o meu chapéu ao vê-la pela primeira vez. O meu dia só ficava completo quando via o seu sorriso. Três meses depois já podia segurar na sua mão e sentir o trincar das nossas alianças. Todos os dias acordava, olhava para o lado e passava os dedos em seus cabelos louros. Era como se estivesse sonhando acordado. Decidimos que plantaríamos um enorme jardim em frente a nossa casa e assim o fizemos. Cada rosa, cada flor. Tudo foi feito por nós. As cores chamavam atenção de qualquer que passasse na rua. Num certo dia, jurei ter visto uma flor sorrir quando minha esposa passou por perto e não duvidaria se isso realmente tivesse acontecido, afinal ela tem um dom de deixar qualquer um feliz apenas por ver aquele lindo gesto. Trinta anos se passaram e eu continuava apaixonado por aquela mulher. Cada fio branco em seus cabelos que outrora fora loiro, me fazia suspirar e "as curvas" mais lindas dos lábios rosados continuavam nela. As suas mãos, embora trêmulas, ainda tocavam nas minhas e deixava soar o trinco das alianças. Mesmo depois de tanto tempo, o nosso jardim ainda era perfumado e as flores continuavam alegres. Me lembro de quando disse que, enquanto aquele jardim perdurasse, o amor jamais acabaria. Não existem dúvidas sobre isso. Não sei o que aconteceu, mas os seus lábios já não tinham mais a cor e não se erguiam naquele seu majestoso sorriso. Suas pernas não tinham forças para se erguer e nem suas mãos seguravam nas minhas. Os médicos disseram que tudo ficaria bem e que nada iria nos separar. Ela olhou para mim naquela cama fria e sorriu mais uma vez. Embora o seu sorriso tivesse perdido a cor, continuava linda. Mas algo estava errado, sabia disto. E ao chegar em casa, soube: Pela primeira vez as flores do nosso jardim havia murchado e agora tudo não passava de cinzas.





As últimas flores

16 de jan. de 2015

Eu não sei porque, mas senti uma vontade enorme de ir até a floricultura apenas para sentir o cheiro das flores. E lá estava ela no balcão com aquele sorriso extremamente doce e os lábios tão rosados que por um minuto me perdi. Quando descobri o seu nome, senti a mesma sensação de quando ganhei o meu primeiro livro. Não tem como descrever. Duas semanas depois aquele sorriso já me pertencia, ninguém mais poderia roubá-lo. Se encantava com qualquer coisa boba: O toque em sua mão com os meus lábios selando a ponta do seu nariz num gesto de carinho, quando abria a porta do carro para entrar e até mesmo quando retirava o meu chapéu ao vê-la pela primeira vez. O meu dia só ficava completo quando via o seu sorriso. Três meses depois já podia segurar na sua mão e sentir o trincar das nossas alianças. Todos os dias acordava, olhava para o lado e passava os dedos em seus cabelos louros. Era como se estivesse sonhando acordado. Decidimos que plantaríamos um enorme jardim em frente a nossa casa e assim o fizemos. Cada rosa, cada flor. Tudo foi feito por nós. As cores chamavam atenção de qualquer que passasse na rua. Num certo dia, jurei ter visto uma flor sorrir quando minha esposa passou por perto e não duvidaria se isso realmente tivesse acontecido, afinal ela tem um dom de deixar qualquer um feliz apenas por ver aquele lindo gesto. Trinta anos se passaram e eu continuava apaixonado por aquela mulher. Cada fio branco em seus cabelos que outrora fora loiro, me fazia suspirar e "as curvas" mais lindas dos lábios rosados continuavam nela. As suas mãos, embora trêmulas, ainda tocavam nas minhas e deixava soar o trinco das alianças. Mesmo depois de tanto tempo, o nosso jardim ainda era perfumado e as flores continuavam alegres. Me lembro de quando disse que, enquanto aquele jardim perdurasse, o amor jamais acabaria. Não existem dúvidas sobre isso. Não sei o que aconteceu, mas os seus lábios já não tinham mais a cor e não se erguiam naquele seu majestoso sorriso. Suas pernas não tinham forças para se erguer e nem suas mãos seguravam nas minhas. Os médicos disseram que tudo ficaria bem e que nada iria nos separar. Ela olhou para mim naquela cama fria e sorriu mais uma vez. Embora o seu sorriso tivesse perdido a cor, continuava linda. Mas algo estava errado, sabia disto. E ao chegar em casa, soube: Pela primeira vez as flores do nosso jardim havia murchado e agora tudo não passava de cinzas.





  O marco da escola Realista no Brasil em 1881. Uma obra de Machado de Assis que não possui todos traços realistas por se passar de uma transição do Romantismo a essa época. Para entender melhor essa resenha, irei retomar uma explicação sobre a escola romântica.



  Nessa época, mesmo dividida em 3 fases, a característica mais forte era a idealização da mulher como pessoa purificada e que não existia. Alguém perfeito. Por exemplo, no trecho abaixo, Álvares de Azevedo demonstra um eu lírico sofrendo muito pela mulher idealizada e inacessível. O desejo pela morte era muito forte na segunda fase do Romantismo.


Soneto(...)
"Morro, morro por ti! na minha aurora 
A dor do coração, a dor mais forte, 
A dor de um desengano me devora..."  

  Sabendo disso e, claro, do eu lírico como narrador onisciente no Romantismo, posso dar uma explicação sobre Memórias Póstumas de Brás Cubas.



 
  A obra é enquadrada no gênero literário sátira menipéia, no qual um morto se dirige aos vivos para criticar a humanidade. Brás Cubas é um homem rico e solteiro que, depois de morto, se dedica a tarefa de contar a sua história. Da sua infância, lembra o contato com Quincas Borba e o comportamento que fazia maltratar o escravo Prudêncio. E na juventude, lembra do seu envolvimento com a prostituta de luxo, Marcela.



  E para mostrar uma quebra do Romantismo, a própria prostituta. A mulher era idealizada e perfeita na antiga escola mas no Realismo é totalmente diferente. A obra retrata bem isso. Uma mulher com desejo carnal, possuindo todos os defeitos que um humano normal contém.Tanto que a mesma falar ter amado por "quinze meses e onze contos de réis". No decorrer da história, Brás Cubas exerce sua carreira política e se envolve em ações beneficentes sem amor algum ao seu trabalho.




  O narrador vê com muito desprezo o caráter das pessoas no decorrer da obra com trechos repletos de ironias. Críticas pesadas ao caráter do ser humano fazendo o próprio leitor ser vítima das ironias.




O balanço final, tão triste quanto sua existência, arremata a narrativa de forma pessimista: “Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado da nossa miséria”.

Resenha: Memórias Póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis

15 de jan. de 2015

  O marco da escola Realista no Brasil em 1881. Uma obra de Machado de Assis que não possui todos traços realistas por se passar de uma transição do Romantismo a essa época. Para entender melhor essa resenha, irei retomar uma explicação sobre a escola romântica.



  Nessa época, mesmo dividida em 3 fases, a característica mais forte era a idealização da mulher como pessoa purificada e que não existia. Alguém perfeito. Por exemplo, no trecho abaixo, Álvares de Azevedo demonstra um eu lírico sofrendo muito pela mulher idealizada e inacessível. O desejo pela morte era muito forte na segunda fase do Romantismo.


Soneto(...)
"Morro, morro por ti! na minha aurora 
A dor do coração, a dor mais forte, 
A dor de um desengano me devora..."  

  Sabendo disso e, claro, do eu lírico como narrador onisciente no Romantismo, posso dar uma explicação sobre Memórias Póstumas de Brás Cubas.



 
  A obra é enquadrada no gênero literário sátira menipéia, no qual um morto se dirige aos vivos para criticar a humanidade. Brás Cubas é um homem rico e solteiro que, depois de morto, se dedica a tarefa de contar a sua história. Da sua infância, lembra o contato com Quincas Borba e o comportamento que fazia maltratar o escravo Prudêncio. E na juventude, lembra do seu envolvimento com a prostituta de luxo, Marcela.



  E para mostrar uma quebra do Romantismo, a própria prostituta. A mulher era idealizada e perfeita na antiga escola mas no Realismo é totalmente diferente. A obra retrata bem isso. Uma mulher com desejo carnal, possuindo todos os defeitos que um humano normal contém.Tanto que a mesma falar ter amado por "quinze meses e onze contos de réis". No decorrer da história, Brás Cubas exerce sua carreira política e se envolve em ações beneficentes sem amor algum ao seu trabalho.




  O narrador vê com muito desprezo o caráter das pessoas no decorrer da obra com trechos repletos de ironias. Críticas pesadas ao caráter do ser humano fazendo o próprio leitor ser vítima das ironias.




O balanço final, tão triste quanto sua existência, arremata a narrativa de forma pessimista: “Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado da nossa miséria”.


Olá, meu nome é Estrela, sim, Estrela. Pode parecer estranho, eu também acho. Mas minha mãe quis assim, fazer o que né? O nome surgiu, do amor dela pela astronomia, é minha mãe é astrônoma. Outro fato estranho sobre mim. É que eu odeio astronomia, qual é a graça de estudar o universo?Meu pai é Engenheiro Químico, e minha irmã vai cursar Medicina oncologia. E no meio de uma família super inteligente e 100% intelectual. Nasceu eu, a ATRIZteza da família, sim, e meu maior sonho, é brilhar nos palcos, assim como grandes atrizes como por exemplo a Fernanda Montenegro. Meus pais odeiam a minha profissão, dizem que sou muito nova, pra escolher algo tão vago, pra vida toda, que posso me arrepender e blah blah. Mas eu sei que não vou me arrepender, eu amo isso, eu amo poder me expressar dessa forma, amo o poder que a arte tem sobre mim. Mas sei que não vai ser tão fácil assim. Tenho 18 anos, sobrevivi ao colegial, ao vestibular, e a amores mal resolvidos, é, eu me sinto uma vencedora na vida. Mas na verdade, minha vida só começa agora. Faculdade, trabalhos, morar sozinha, sair pra pagar contas de casa, ter que cuidar da casa, cuidar de mim, ahhhhhh! É mãe, agora eu te entendo.


2 de fevereiro, 6h40


Como sempre, acordei atrasada,corri pro banheiro, escovei meus dentes, tomei meu banho, me maquiei, troquei, e fui correndo pra faculdade. E no caminho da faculdade, me peguei pensando estou no começo de uma nova vida, hoje é meu primeiro dia na faculdade de Artes Cênicas. E o meu primeiro dia como professora de uma pequena escola de teatro, estou completamente tensa, me senti como se eu tivesse me mudado pra outro país, e ninguém soubesse falar a minha língua.


Chegando na faculdade, logo consegui perceber, o quanto era diferente do colegial, tinha aproximadamente 40 pessoas, todos me pareceu bem maduros, felizes por esta ali, diferente do colégio, que eu, lilly e bea chegávamos com cara com sono, e contávamos os segundos pra ir embora.


Me sentei ao lado de uma garota, que estava recitando Shakespeare, Sonho de uma noite de verão.

E logo, um garoto maravilhoso se aproximou e disse:

- Olá moça bonita, posso saber seu nome?

E então, eu olhei para os olhos deles, e respondi:

- Olá moço, o meu nome é Estrela, e o seu? como você está?

Ele sorriu, olhou com aquela cara de quem quer te encantar, e entrar na sua vida e disse:

- O meu nome é Pietro. Estou ótimo, não poderia ser diferente. Quer sentar comigo? Vi você que você está sozinha, eu também estou. E ficar sozinho na faculdade, não é algo muito interessante, não é?

E aí eu cheguei a ficar vermelha, sorri e disse:

- Tudo bem, é, não é mesmo. Vamos lá.

E fui em direção dele.
Sentamos, conversamos sobre o ambiente que estávamos.

O professor chegou, e como de costume, ele quis que a primeira aula, fosse mais pra todos se conhecerem melhor. E então ele disse pra todos falar seus nomes em pé, contar um pouco de si mesmo, e falar 3 fatos sobre você mesmo. E então chegou na minha vez, fui uma das primeiras.


- Olá pessoal, o meu nome é Estrela, eu tenho 18 anos, faço teatro desde meus 11 anos de idade, fiz até meus 15 anos escondido dos meus pais, pois eles odeiam a minha escolha, e acham que eu deveria ser como eles, ou como algum deles. A partir de hoje, a minha vida vai mudar, ontem me mudei pro meu apartamento aqui perto, irei dar aula na escola de teatro ao lado da faculdade. E estou realizando mais um sonho, entrando pra faculdade de Artes cênicas, aqui, no Rio. Eu sou uma palhaça, e adoro fazer as pessoas sorriem. Sou completamente diferente da minha família, como eu sempre costumo dizer, sou ATRIZteza da família. E outro fato, é que amo musica, mesmo que eu seja uma negação pra cantar e dançar.




Praticamente todos sorriram, e olharam pra mim com aquele olhar "eu posso ser seu amigo?"



E então todos disseram, e a aula acabou, e o Pietro, me levou até em casa.



- Então é isso, tchau Estrela, amanhã eu te espero na segunda carteira da primeira fileira da direita tá bom?

Sorriu bobo, e me deu um abraço.



Naquele momento, eu senti, como se o abraço do Pietro, me confortasse de qualquer medo, como se eu estivesse segura, em uma nova etapa da minha vida. Como seu eu conhecesse ele a anos. Será? Será que foi amor a primeira vista? Eu não consigo decifrar o que estou sentindo agora, mas sei, que é algo, bom.

Fanfic: Sonhos 1º Capitulo: Um novo começo,



Olá, meu nome é Estrela, sim, Estrela. Pode parecer estranho, eu também acho. Mas minha mãe quis assim, fazer o que né? O nome surgiu, do amor dela pela astronomia, é minha mãe é astrônoma. Outro fato estranho sobre mim. É que eu odeio astronomia, qual é a graça de estudar o universo?Meu pai é Engenheiro Químico, e minha irmã vai cursar Medicina oncologia. E no meio de uma família super inteligente e 100% intelectual. Nasceu eu, a ATRIZteza da família, sim, e meu maior sonho, é brilhar nos palcos, assim como grandes atrizes como por exemplo a Fernanda Montenegro. Meus pais odeiam a minha profissão, dizem que sou muito nova, pra escolher algo tão vago, pra vida toda, que posso me arrepender e blah blah. Mas eu sei que não vou me arrepender, eu amo isso, eu amo poder me expressar dessa forma, amo o poder que a arte tem sobre mim. Mas sei que não vai ser tão fácil assim. Tenho 18 anos, sobrevivi ao colegial, ao vestibular, e a amores mal resolvidos, é, eu me sinto uma vencedora na vida. Mas na verdade, minha vida só começa agora. Faculdade, trabalhos, morar sozinha, sair pra pagar contas de casa, ter que cuidar da casa, cuidar de mim, ahhhhhh! É mãe, agora eu te entendo.


2 de fevereiro, 6h40


Como sempre, acordei atrasada,corri pro banheiro, escovei meus dentes, tomei meu banho, me maquiei, troquei, e fui correndo pra faculdade. E no caminho da faculdade, me peguei pensando estou no começo de uma nova vida, hoje é meu primeiro dia na faculdade de Artes Cênicas. E o meu primeiro dia como professora de uma pequena escola de teatro, estou completamente tensa, me senti como se eu tivesse me mudado pra outro país, e ninguém soubesse falar a minha língua.


Chegando na faculdade, logo consegui perceber, o quanto era diferente do colegial, tinha aproximadamente 40 pessoas, todos me pareceu bem maduros, felizes por esta ali, diferente do colégio, que eu, lilly e bea chegávamos com cara com sono, e contávamos os segundos pra ir embora.


Me sentei ao lado de uma garota, que estava recitando Shakespeare, Sonho de uma noite de verão.

E logo, um garoto maravilhoso se aproximou e disse:

- Olá moça bonita, posso saber seu nome?

E então, eu olhei para os olhos deles, e respondi:

- Olá moço, o meu nome é Estrela, e o seu? como você está?

Ele sorriu, olhou com aquela cara de quem quer te encantar, e entrar na sua vida e disse:

- O meu nome é Pietro. Estou ótimo, não poderia ser diferente. Quer sentar comigo? Vi você que você está sozinha, eu também estou. E ficar sozinho na faculdade, não é algo muito interessante, não é?

E aí eu cheguei a ficar vermelha, sorri e disse:

- Tudo bem, é, não é mesmo. Vamos lá.

E fui em direção dele.
Sentamos, conversamos sobre o ambiente que estávamos.

O professor chegou, e como de costume, ele quis que a primeira aula, fosse mais pra todos se conhecerem melhor. E então ele disse pra todos falar seus nomes em pé, contar um pouco de si mesmo, e falar 3 fatos sobre você mesmo. E então chegou na minha vez, fui uma das primeiras.


- Olá pessoal, o meu nome é Estrela, eu tenho 18 anos, faço teatro desde meus 11 anos de idade, fiz até meus 15 anos escondido dos meus pais, pois eles odeiam a minha escolha, e acham que eu deveria ser como eles, ou como algum deles. A partir de hoje, a minha vida vai mudar, ontem me mudei pro meu apartamento aqui perto, irei dar aula na escola de teatro ao lado da faculdade. E estou realizando mais um sonho, entrando pra faculdade de Artes cênicas, aqui, no Rio. Eu sou uma palhaça, e adoro fazer as pessoas sorriem. Sou completamente diferente da minha família, como eu sempre costumo dizer, sou ATRIZteza da família. E outro fato, é que amo musica, mesmo que eu seja uma negação pra cantar e dançar.




Praticamente todos sorriram, e olharam pra mim com aquele olhar "eu posso ser seu amigo?"



E então todos disseram, e a aula acabou, e o Pietro, me levou até em casa.



- Então é isso, tchau Estrela, amanhã eu te espero na segunda carteira da primeira fileira da direita tá bom?

Sorriu bobo, e me deu um abraço.



Naquele momento, eu senti, como se o abraço do Pietro, me confortasse de qualquer medo, como se eu estivesse segura, em uma nova etapa da minha vida. Como seu eu conhecesse ele a anos. Será? Será que foi amor a primeira vista? Eu não consigo decifrar o que estou sentindo agora, mas sei, que é algo, bom.
Ah o amor!
Palavra tão pequena, que traz sobre si um peso inenarrável.


Faz-nos sentir que realmente estamos fazendo a coisa certa por alguém.

Não tem como explicar o que sentimos e por mais que tentamos negar se torna algo mais forte.

Uma pessoa fraca não consegue dizer ‘eu te amo’ … Porque essa capacidade apenas pertencem as pessoas com mente e coração aberto.


Exteriorizar os sentimentos são apenas características de pessoas fortes, sem medo do que enfrentar, pessoas fracas guardam pra si e, perdem a oportunidade de serem felizes.


Ah... o AMOR!

14 de jan. de 2015

Ah o amor!
Palavra tão pequena, que traz sobre si um peso inenarrável.


Faz-nos sentir que realmente estamos fazendo a coisa certa por alguém.

Não tem como explicar o que sentimos e por mais que tentamos negar se torna algo mais forte.

Uma pessoa fraca não consegue dizer ‘eu te amo’ … Porque essa capacidade apenas pertencem as pessoas com mente e coração aberto.


Exteriorizar os sentimentos são apenas características de pessoas fortes, sem medo do que enfrentar, pessoas fracas guardam pra si e, perdem a oportunidade de serem felizes.


Talvez eu tenha sido muita ingênua mesmo ao acreditar em você quando todos me diziam para não o fazer. Ou talvez eu tenha sido só mais uma influenciada pelos seus encantos. Independentemente de qual seja a razão, agora é tarde demais para ficar procurando desculpas e justificativas.

Creio que no fundo eu sabia que isso provavelmente aconteceria, mas optei por botar fé em que você seria diferente comigo, que eu era capaz de te mudar. É isso que dá ler inúmeros livros e histórias clichês com finais felizes, onde a mocinha sempre tornava o cara mal em alguém do bem. Obviamente não deu certo. Eu devo ser uma pessoa muito inútil e incapaz ou os escritores apenas gostam de nos decepcionar com o choque que levamos ao largar o mundo dos textos e encararmos a realidade. Eu nunca poderia te mudar. Se uma pessoa algum dia mudou de verdade, foi porque ela quis. Seus motivos até poderiam ter base num sentimento, mas ninguém a fez ser outra pessoa. Agora eu até percebo o quão ridículo isso soa.

É inegável que você me fazia bem só por estar comigo. Não me importava se me agradava, ignorava ou até brigava comigo. O som da voz rouca e lenta que saia de sua boca amenizava qualquer palavra dura e tornava mais doce cada mimo. Só de ter seu olhar caindo sobre mim, não importando qual fosse sua expressão, eu me sentia segura. Ah, quanta ironia! Era com você que eu corria perigo, sempre foi, e você me fez crer o contrário. Mas como é que eu podia desconfiar e te evitar se o mal, o seu mal, me fazia bem?

Todas as vezes em que eu penso que não passei de mais uma da sua lista “já peguei”, eu me sinto suja. Era só isso que você queria, o tempo todo. Eu me entreguei completamente à você, cedi perante as suas vontades por mais que contrariassem as minhas e você não moveu um dedo por mim. Tudo isso pra você me trocar no final.

Merecido. Desde toda a discussão e o tapa que levei de minha melhor amiga, por chamá-la de invejosa após me alertar sobre você. Até quebrar a cara ao ver você e a “única em quem eu posso confiar”, aquela que eu chamava de amiga e que foi a única que me apoiou em estar com você, aos beijos na praia, no meu local especial da praia. Ia ser tão difícil ter um pouco de consideração e inteligência para não ir ao meu local preferido ao me trair? Ou você só queria que eu pegasse vocês no flagra para que eu quebrasse a cara? Foi tudo muito bem merecido mesmo, para ver se eu paro de ser trouxa.


Agora eu não tenho mais um namorado, uma melhor amiga e nem uma única pessoa em quem eu possa confiar. Você conseguiu tirar de mim até a minha honra e meu respeito próprio. Não sei dizer se estou brava ou decepcionada... Acho que não sinto nada além da falta nesse momento e nem vá sentir em muito tempo. Felizmente ou não, saiba que agora você leva consigo os meus sentimentos. Todos aqueles que eu gastei contigo sem ter retorno. Tudo começara num clichê e assim acabará pois, ao partir, você levou meu coração. Mas, apesar de tudo, eu ainda sinto sua falta. Ainda espero que você volte, se arrependa e mude minha ideologia de ninguém ser capaz de mudar um outro alguém. Ainda quero sua voz lenta e rouca me amando ou odiando enquanto seus olhos me fitam, com a expressão que desejares. Ainda te quero aqui, preenchendo novamente o vazio que deixaste.


Clichês

Talvez eu tenha sido muita ingênua mesmo ao acreditar em você quando todos me diziam para não o fazer. Ou talvez eu tenha sido só mais uma influenciada pelos seus encantos. Independentemente de qual seja a razão, agora é tarde demais para ficar procurando desculpas e justificativas.

Creio que no fundo eu sabia que isso provavelmente aconteceria, mas optei por botar fé em que você seria diferente comigo, que eu era capaz de te mudar. É isso que dá ler inúmeros livros e histórias clichês com finais felizes, onde a mocinha sempre tornava o cara mal em alguém do bem. Obviamente não deu certo. Eu devo ser uma pessoa muito inútil e incapaz ou os escritores apenas gostam de nos decepcionar com o choque que levamos ao largar o mundo dos textos e encararmos a realidade. Eu nunca poderia te mudar. Se uma pessoa algum dia mudou de verdade, foi porque ela quis. Seus motivos até poderiam ter base num sentimento, mas ninguém a fez ser outra pessoa. Agora eu até percebo o quão ridículo isso soa.

É inegável que você me fazia bem só por estar comigo. Não me importava se me agradava, ignorava ou até brigava comigo. O som da voz rouca e lenta que saia de sua boca amenizava qualquer palavra dura e tornava mais doce cada mimo. Só de ter seu olhar caindo sobre mim, não importando qual fosse sua expressão, eu me sentia segura. Ah, quanta ironia! Era com você que eu corria perigo, sempre foi, e você me fez crer o contrário. Mas como é que eu podia desconfiar e te evitar se o mal, o seu mal, me fazia bem?

Todas as vezes em que eu penso que não passei de mais uma da sua lista “já peguei”, eu me sinto suja. Era só isso que você queria, o tempo todo. Eu me entreguei completamente à você, cedi perante as suas vontades por mais que contrariassem as minhas e você não moveu um dedo por mim. Tudo isso pra você me trocar no final.

Merecido. Desde toda a discussão e o tapa que levei de minha melhor amiga, por chamá-la de invejosa após me alertar sobre você. Até quebrar a cara ao ver você e a “única em quem eu posso confiar”, aquela que eu chamava de amiga e que foi a única que me apoiou em estar com você, aos beijos na praia, no meu local especial da praia. Ia ser tão difícil ter um pouco de consideração e inteligência para não ir ao meu local preferido ao me trair? Ou você só queria que eu pegasse vocês no flagra para que eu quebrasse a cara? Foi tudo muito bem merecido mesmo, para ver se eu paro de ser trouxa.


Agora eu não tenho mais um namorado, uma melhor amiga e nem uma única pessoa em quem eu possa confiar. Você conseguiu tirar de mim até a minha honra e meu respeito próprio. Não sei dizer se estou brava ou decepcionada... Acho que não sinto nada além da falta nesse momento e nem vá sentir em muito tempo. Felizmente ou não, saiba que agora você leva consigo os meus sentimentos. Todos aqueles que eu gastei contigo sem ter retorno. Tudo começara num clichê e assim acabará pois, ao partir, você levou meu coração. Mas, apesar de tudo, eu ainda sinto sua falta. Ainda espero que você volte, se arrependa e mude minha ideologia de ninguém ser capaz de mudar um outro alguém. Ainda quero sua voz lenta e rouca me amando ou odiando enquanto seus olhos me fitam, com a expressão que desejares. Ainda te quero aqui, preenchendo novamente o vazio que deixaste.


A vida é uma viagem de avião, você parte do nada, começa a subir e, quando chega lá em cima, flutua tranquila e inocentemente, sem interferência externa, isso é a infância.

Depois você passa por uma turbulência, tudo o que você achava que conhecia parece virar contra você, o desconhecido bate à sua porta, te desafia, te faz balançar, te vira de ponta cabeça. E é aí que chega o momento decisivo, se você perder o controle, o avião cai e toda a sua vida se esvai numa questão de minutos, entretanto, se você segurar firme o manche e guiá-lo apesar de toda confusão que se passa do lado de fora, você ultrapassa os obstáculos e os tempos difíceis ficam pra trás. Essa é a adolescência.


E então você alcança um momento do vôo em que a única ajuda que você tem é a instável torre de controle. Tudo o que você fizer voltará pra você diretamente, sem ninguém para interceptar e decidir se é benéfico ou não e, caso não for, assumir a responsabilidade. Seu avião só vai continuar explorando o céu se você quiser, e ele só vai cair se você falhar. Você está na fase adulta.


Passada a turbulência, guiado o avião, você finalmente se aproxima do destino. Agora tudo o que teve que aprender para deixar o avião estável será usado e você desfrutará da viagem como fez anteriormente na infância. E é nessas condições que o avião aterrissa e o comandante finalmente descansa.





O Voo

13 de jan. de 2015

A vida é uma viagem de avião, você parte do nada, começa a subir e, quando chega lá em cima, flutua tranquila e inocentemente, sem interferência externa, isso é a infância.

Depois você passa por uma turbulência, tudo o que você achava que conhecia parece virar contra você, o desconhecido bate à sua porta, te desafia, te faz balançar, te vira de ponta cabeça. E é aí que chega o momento decisivo, se você perder o controle, o avião cai e toda a sua vida se esvai numa questão de minutos, entretanto, se você segurar firme o manche e guiá-lo apesar de toda confusão que se passa do lado de fora, você ultrapassa os obstáculos e os tempos difíceis ficam pra trás. Essa é a adolescência.


E então você alcança um momento do vôo em que a única ajuda que você tem é a instável torre de controle. Tudo o que você fizer voltará pra você diretamente, sem ninguém para interceptar e decidir se é benéfico ou não e, caso não for, assumir a responsabilidade. Seu avião só vai continuar explorando o céu se você quiser, e ele só vai cair se você falhar. Você está na fase adulta.


Passada a turbulência, guiado o avião, você finalmente se aproxima do destino. Agora tudo o que teve que aprender para deixar o avião estável será usado e você desfrutará da viagem como fez anteriormente na infância. E é nessas condições que o avião aterrissa e o comandante finalmente descansa.





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