Ah o amor!
Palavra tão pequena, que traz sobre si um peso inenarrável.
Faz-nos sentir que realmente estamos fazendo a coisa certa por alguém.
Não tem como explicar o que sentimos e por mais que tentamos negar se torna algo mais forte.
Uma pessoa fraca não consegue dizer ‘eu te amo’ … Porque essa capacidade apenas pertencem as pessoas com mente e coração aberto.
Exteriorizar os sentimentos são apenas características de pessoas fortes, sem medo do que enfrentar, pessoas fracas guardam pra si e, perdem a oportunidade de serem felizes.
Palavra tão pequena, que traz sobre si um peso inenarrável.
Faz-nos sentir que realmente estamos fazendo a coisa certa por alguém.
Não tem como explicar o que sentimos e por mais que tentamos negar se torna algo mais forte.
Uma pessoa fraca não consegue dizer ‘eu te amo’ … Porque essa capacidade apenas pertencem as pessoas com mente e coração aberto.
Exteriorizar os sentimentos são apenas características de pessoas fortes, sem medo do que enfrentar, pessoas fracas guardam pra si e, perdem a oportunidade de serem felizes.
Ah... o AMOR!
14 de jan. de 2015
Ah o amor!
Palavra tão pequena, que traz sobre si um peso inenarrável.
Faz-nos sentir que realmente estamos fazendo a coisa certa por alguém.
Não tem como explicar o que sentimos e por mais que tentamos negar se torna algo mais forte.
Uma pessoa fraca não consegue dizer ‘eu te amo’ … Porque essa capacidade apenas pertencem as pessoas com mente e coração aberto.
Exteriorizar os sentimentos são apenas características de pessoas fortes, sem medo do que enfrentar, pessoas fracas guardam pra si e, perdem a oportunidade de serem felizes.
Palavra tão pequena, que traz sobre si um peso inenarrável.
Faz-nos sentir que realmente estamos fazendo a coisa certa por alguém.
Não tem como explicar o que sentimos e por mais que tentamos negar se torna algo mais forte.
Uma pessoa fraca não consegue dizer ‘eu te amo’ … Porque essa capacidade apenas pertencem as pessoas com mente e coração aberto.
Exteriorizar os sentimentos são apenas características de pessoas fortes, sem medo do que enfrentar, pessoas fracas guardam pra si e, perdem a oportunidade de serem felizes.
Talvez eu tenha sido muita ingênua mesmo ao acreditar em
você quando todos me diziam para não o fazer. Ou talvez eu tenha sido só mais
uma influenciada pelos seus encantos. Independentemente de qual seja a razão,
agora é tarde demais para ficar procurando desculpas e justificativas.
Creio que no fundo eu sabia que isso provavelmente aconteceria,
mas optei por botar fé em que você seria diferente comigo, que eu era capaz de
te mudar. É isso que dá ler inúmeros livros e histórias clichês com finais
felizes, onde a mocinha sempre tornava o cara mal em alguém do bem. Obviamente
não deu certo. Eu devo ser uma pessoa muito inútil e incapaz ou os escritores
apenas gostam de nos decepcionar com o choque que levamos ao largar o mundo dos
textos e encararmos a realidade. Eu nunca poderia te mudar. Se uma pessoa algum
dia mudou de verdade, foi porque ela quis. Seus motivos até poderiam ter base
num sentimento, mas ninguém a fez ser outra pessoa. Agora eu até percebo o quão
ridículo isso soa.
É inegável que você me fazia bem só por estar comigo. Não me
importava se me agradava, ignorava ou até brigava comigo. O som da voz rouca e lenta
que saia de sua boca amenizava qualquer palavra dura e tornava mais doce cada
mimo. Só de ter seu olhar caindo sobre mim, não importando qual fosse sua
expressão, eu me sentia segura. Ah, quanta ironia! Era com você que eu corria
perigo, sempre foi, e você me fez crer o contrário. Mas como é que eu podia
desconfiar e te evitar se o mal, o seu mal, me fazia bem?
Todas as vezes em que eu penso que não passei de mais uma da
sua lista “já peguei”, eu me sinto suja. Era só isso que você queria, o tempo
todo. Eu me entreguei completamente à você, cedi perante as suas vontades por
mais que contrariassem as minhas e você não moveu um dedo por mim. Tudo isso
pra você me trocar no final.
Merecido. Desde toda a discussão e o tapa que levei de minha
melhor amiga, por chamá-la de invejosa após me alertar sobre você. Até quebrar
a cara ao ver você e a “única em quem eu posso confiar”, aquela que eu chamava
de amiga e que foi a única que me apoiou em estar com você, aos beijos na
praia, no meu local especial da praia. Ia ser tão difícil ter um pouco de
consideração e inteligência para não ir ao meu local preferido ao me trair? Ou
você só queria que eu pegasse vocês no flagra para que eu quebrasse a cara? Foi
tudo muito bem merecido mesmo, para ver se eu paro de ser trouxa.
Agora eu não tenho mais um namorado, uma melhor amiga e nem
uma única pessoa em quem eu possa confiar. Você conseguiu tirar de mim até a
minha honra e meu respeito próprio. Não sei dizer se estou brava ou
decepcionada... Acho que não sinto nada além da falta nesse momento e nem vá
sentir em muito tempo. Felizmente ou não, saiba que agora você leva consigo os
meus sentimentos. Todos aqueles que eu gastei contigo sem ter retorno. Tudo começara
num clichê e assim acabará pois, ao partir, você levou meu coração. Mas, apesar
de tudo, eu ainda sinto sua falta. Ainda espero que você volte, se arrependa e
mude minha ideologia de ninguém ser capaz de mudar um outro alguém. Ainda quero
sua voz lenta e rouca me amando ou odiando enquanto seus olhos me fitam, com a
expressão que desejares. Ainda te quero aqui, preenchendo novamente o vazio que
deixaste.

Clichês
Talvez eu tenha sido muita ingênua mesmo ao acreditar em
você quando todos me diziam para não o fazer. Ou talvez eu tenha sido só mais
uma influenciada pelos seus encantos. Independentemente de qual seja a razão,
agora é tarde demais para ficar procurando desculpas e justificativas.
Creio que no fundo eu sabia que isso provavelmente aconteceria,
mas optei por botar fé em que você seria diferente comigo, que eu era capaz de
te mudar. É isso que dá ler inúmeros livros e histórias clichês com finais
felizes, onde a mocinha sempre tornava o cara mal em alguém do bem. Obviamente
não deu certo. Eu devo ser uma pessoa muito inútil e incapaz ou os escritores
apenas gostam de nos decepcionar com o choque que levamos ao largar o mundo dos
textos e encararmos a realidade. Eu nunca poderia te mudar. Se uma pessoa algum
dia mudou de verdade, foi porque ela quis. Seus motivos até poderiam ter base
num sentimento, mas ninguém a fez ser outra pessoa. Agora eu até percebo o quão
ridículo isso soa.
É inegável que você me fazia bem só por estar comigo. Não me
importava se me agradava, ignorava ou até brigava comigo. O som da voz rouca e lenta
que saia de sua boca amenizava qualquer palavra dura e tornava mais doce cada
mimo. Só de ter seu olhar caindo sobre mim, não importando qual fosse sua
expressão, eu me sentia segura. Ah, quanta ironia! Era com você que eu corria
perigo, sempre foi, e você me fez crer o contrário. Mas como é que eu podia
desconfiar e te evitar se o mal, o seu mal, me fazia bem?
Todas as vezes em que eu penso que não passei de mais uma da
sua lista “já peguei”, eu me sinto suja. Era só isso que você queria, o tempo
todo. Eu me entreguei completamente à você, cedi perante as suas vontades por
mais que contrariassem as minhas e você não moveu um dedo por mim. Tudo isso
pra você me trocar no final.
Merecido. Desde toda a discussão e o tapa que levei de minha
melhor amiga, por chamá-la de invejosa após me alertar sobre você. Até quebrar
a cara ao ver você e a “única em quem eu posso confiar”, aquela que eu chamava
de amiga e que foi a única que me apoiou em estar com você, aos beijos na
praia, no meu local especial da praia. Ia ser tão difícil ter um pouco de
consideração e inteligência para não ir ao meu local preferido ao me trair? Ou
você só queria que eu pegasse vocês no flagra para que eu quebrasse a cara? Foi
tudo muito bem merecido mesmo, para ver se eu paro de ser trouxa.
Agora eu não tenho mais um namorado, uma melhor amiga e nem
uma única pessoa em quem eu possa confiar. Você conseguiu tirar de mim até a
minha honra e meu respeito próprio. Não sei dizer se estou brava ou
decepcionada... Acho que não sinto nada além da falta nesse momento e nem vá
sentir em muito tempo. Felizmente ou não, saiba que agora você leva consigo os
meus sentimentos. Todos aqueles que eu gastei contigo sem ter retorno. Tudo começara
num clichê e assim acabará pois, ao partir, você levou meu coração. Mas, apesar
de tudo, eu ainda sinto sua falta. Ainda espero que você volte, se arrependa e
mude minha ideologia de ninguém ser capaz de mudar um outro alguém. Ainda quero
sua voz lenta e rouca me amando ou odiando enquanto seus olhos me fitam, com a
expressão que desejares. Ainda te quero aqui, preenchendo novamente o vazio que
deixaste.

A vida é uma viagem de avião, você parte do nada, começa a subir e, quando chega lá em cima, flutua tranquila e inocentemente, sem interferência externa, isso é a infância.
Depois você passa por uma turbulência, tudo o que você achava que conhecia parece virar contra você, o desconhecido bate à sua porta, te desafia, te faz balançar, te vira de ponta cabeça. E é aí que chega o momento decisivo, se você perder o controle, o avião cai e toda a sua vida se esvai numa questão de minutos, entretanto, se você segurar firme o manche e guiá-lo apesar de toda confusão que se passa do lado de fora, você ultrapassa os obstáculos e os tempos difíceis ficam pra trás. Essa é a adolescência.
E então você alcança um momento do vôo em que a única ajuda que você tem é a instável torre de controle. Tudo o que você fizer voltará pra você diretamente, sem ninguém para interceptar e decidir se é benéfico ou não e, caso não for, assumir a responsabilidade. Seu avião só vai continuar explorando o céu se você quiser, e ele só vai cair se você falhar. Você está na fase adulta.
Passada a turbulência, guiado o avião, você finalmente se aproxima do destino. Agora tudo o que teve que aprender para deixar o avião estável será usado e você desfrutará da viagem como fez anteriormente na infância. E é nessas condições que o avião aterrissa e o comandante finalmente descansa.
Depois você passa por uma turbulência, tudo o que você achava que conhecia parece virar contra você, o desconhecido bate à sua porta, te desafia, te faz balançar, te vira de ponta cabeça. E é aí que chega o momento decisivo, se você perder o controle, o avião cai e toda a sua vida se esvai numa questão de minutos, entretanto, se você segurar firme o manche e guiá-lo apesar de toda confusão que se passa do lado de fora, você ultrapassa os obstáculos e os tempos difíceis ficam pra trás. Essa é a adolescência.
E então você alcança um momento do vôo em que a única ajuda que você tem é a instável torre de controle. Tudo o que você fizer voltará pra você diretamente, sem ninguém para interceptar e decidir se é benéfico ou não e, caso não for, assumir a responsabilidade. Seu avião só vai continuar explorando o céu se você quiser, e ele só vai cair se você falhar. Você está na fase adulta.
Passada a turbulência, guiado o avião, você finalmente se aproxima do destino. Agora tudo o que teve que aprender para deixar o avião estável será usado e você desfrutará da viagem como fez anteriormente na infância. E é nessas condições que o avião aterrissa e o comandante finalmente descansa.
O Voo
13 de jan. de 2015
A vida é uma viagem de avião, você parte do nada, começa a subir e, quando chega lá em cima, flutua tranquila e inocentemente, sem interferência externa, isso é a infância.
Depois você passa por uma turbulência, tudo o que você achava que conhecia parece virar contra você, o desconhecido bate à sua porta, te desafia, te faz balançar, te vira de ponta cabeça. E é aí que chega o momento decisivo, se você perder o controle, o avião cai e toda a sua vida se esvai numa questão de minutos, entretanto, se você segurar firme o manche e guiá-lo apesar de toda confusão que se passa do lado de fora, você ultrapassa os obstáculos e os tempos difíceis ficam pra trás. Essa é a adolescência.
E então você alcança um momento do vôo em que a única ajuda que você tem é a instável torre de controle. Tudo o que você fizer voltará pra você diretamente, sem ninguém para interceptar e decidir se é benéfico ou não e, caso não for, assumir a responsabilidade. Seu avião só vai continuar explorando o céu se você quiser, e ele só vai cair se você falhar. Você está na fase adulta.
Passada a turbulência, guiado o avião, você finalmente se aproxima do destino. Agora tudo o que teve que aprender para deixar o avião estável será usado e você desfrutará da viagem como fez anteriormente na infância. E é nessas condições que o avião aterrissa e o comandante finalmente descansa.
Depois você passa por uma turbulência, tudo o que você achava que conhecia parece virar contra você, o desconhecido bate à sua porta, te desafia, te faz balançar, te vira de ponta cabeça. E é aí que chega o momento decisivo, se você perder o controle, o avião cai e toda a sua vida se esvai numa questão de minutos, entretanto, se você segurar firme o manche e guiá-lo apesar de toda confusão que se passa do lado de fora, você ultrapassa os obstáculos e os tempos difíceis ficam pra trás. Essa é a adolescência.
E então você alcança um momento do vôo em que a única ajuda que você tem é a instável torre de controle. Tudo o que você fizer voltará pra você diretamente, sem ninguém para interceptar e decidir se é benéfico ou não e, caso não for, assumir a responsabilidade. Seu avião só vai continuar explorando o céu se você quiser, e ele só vai cair se você falhar. Você está na fase adulta.
Passada a turbulência, guiado o avião, você finalmente se aproxima do destino. Agora tudo o que teve que aprender para deixar o avião estável será usado e você desfrutará da viagem como fez anteriormente na infância. E é nessas condições que o avião aterrissa e o comandante finalmente descansa.
Estamos tratando isso como deveria? É nítido da população brasileira esse descaso com a política mas, aparentemente, estamos regredindo de acordo as regras. Ideias pobres que devem ser destruídas em conjunto do povo atingido. Pois é. Uns estão sendo beneficiados nesse meio.
Esse apoio da minoria favorecida poderia ser lícita mas não está inserido nisso devido o caos em que a governabilidade brasileira se encontra.
A todo momento estão transmitindo em telejornais, rádios e até notícias dos jornais algum caso de corrupção em prefeituras e/ou governos.
Observamos desde a Copa do Mundo em 2014 que nada está mudando e, se duvidar, vai piorando.
Não basta bilhões de reais serem desviados através de obras superfaturadas, você se esconde atrás da repressão que a “democracia” de seu governo o “propõe”.
Penso eu que seria mais significativo a maioria desfavorecida por ladrões lutar por seus direitos de forma pacífica. Até aí está tudo bem. Mas se, dentro dessa porção, existir um grupo que também é corrupto? Pois é.
Você furar fila em algum local público para economizar tempo, tentar desconcentrar um companheiro e, até mesmo, contar para o dono de uma empresta que o colega não faz determinada ação direito, o torna tão corrupto quantos os que estão espalhados pelo país.
Quer mudar o país? Comece por onde está. Não adianta reivindicar algo que inexiste em você. Transforme-o com pequenas atitudes e altere a situação caótica para seus filhos terem orgulho onde morar.
Política é futebol?
Estamos tratando isso como deveria? É nítido da população brasileira esse descaso com a política mas, aparentemente, estamos regredindo de acordo as regras. Ideias pobres que devem ser destruídas em conjunto do povo atingido. Pois é. Uns estão sendo beneficiados nesse meio.
Esse apoio da minoria favorecida poderia ser lícita mas não está inserido nisso devido o caos em que a governabilidade brasileira se encontra.
A todo momento estão transmitindo em telejornais, rádios e até notícias dos jornais algum caso de corrupção em prefeituras e/ou governos.
Observamos desde a Copa do Mundo em 2014 que nada está mudando e, se duvidar, vai piorando.
Não basta bilhões de reais serem desviados através de obras superfaturadas, você se esconde atrás da repressão que a “democracia” de seu governo o “propõe”.
Penso eu que seria mais significativo a maioria desfavorecida por ladrões lutar por seus direitos de forma pacífica. Até aí está tudo bem. Mas se, dentro dessa porção, existir um grupo que também é corrupto? Pois é.
Você furar fila em algum local público para economizar tempo, tentar desconcentrar um companheiro e, até mesmo, contar para o dono de uma empresta que o colega não faz determinada ação direito, o torna tão corrupto quantos os que estão espalhados pelo país.
Quer mudar o país? Comece por onde está. Não adianta reivindicar algo que inexiste em você. Transforme-o com pequenas atitudes e altere a situação caótica para seus filhos terem orgulho onde morar.
Um dia me disseram que o amor era algo bom de se sentir; não digo só amor de um casal, mas também amor de mãe, amor pelo seu cão, amor próprio.. Se equivocaram, o amor pode sim ser uma coisa boa, te proporcionar sorrisos, e sentimentos que te leva a sentir sensações únicas. Mas, o amor sempre vai te machucar, exemplos: Quando você vê a pessoa que você ama partir, a morte de um ente querido, ou até mesmo quando você perde amor a sua própria vida. De alguma forma, o amor sempre vai ser como uma rosa, linda, perfumada, elegante, mas com espinhos também.

O amor é composto.
12 de jan. de 2015
Um dia me disseram que o amor era algo bom de se sentir; não digo só amor de um casal, mas também amor de mãe, amor pelo seu cão, amor próprio.. Se equivocaram, o amor pode sim ser uma coisa boa, te proporcionar sorrisos, e sentimentos que te leva a sentir sensações únicas. Mas, o amor sempre vai te machucar, exemplos: Quando você vê a pessoa que você ama partir, a morte de um ente querido, ou até mesmo quando você perde amor a sua própria vida. De alguma forma, o amor sempre vai ser como uma rosa, linda, perfumada, elegante, mas com espinhos também.

Já faz uns dias que eu tenho analisado friamente uns adolescentes que conheço, afim de entender um pouco mais do que se passa na mente desses quase-adultos. Até eu notar que você não pode analisar algo que você é e faz parte. Ah a adolescência é mesmo mágica, perturbadora, sombria, assustadora e maravilhosa. Um mix de sensações que você nunca viverá novamente.
Começamos naquela fase, dos treze ou catorze quando você fica se perguntando: “Será que eu sou mesmo adolescente? Será que já chegou a hora de ser “gente grande”?” Normalmente é nessa idade que temos a grandiosa experiência do primeiro beijo, os dentes batendo, as bocas desajeitadas, e é nessa idade também que vem os primeiros amores as coisas parecem mais intensas, as paixões da semana são longas e intermináveis. E nós sofremos como loucos por coisas pequenas, ninguém te entende! Ali começa tudo, donde é que vem tanto drama?
"Aos quinze anos tudo é infinito." Machado tinha razão, quando você completa quinze já é uma moça ou um rapaz e isso te faz ter responsabilidades diferentes. Aquele resquício de criança precisa desaparecer rápido! Aquela boneca debaixo da cama, tem que sumir de vista. O carrinho de bombeiro tem que ser doado, e todas as atitudes infantis vão ser julgadas. Comé que pode? Já tem quinze e ainda faz isso! Tá na hora de arrumar um amorzinho, isso sim! Com quinze anos, apesar da cobrança eu não consegui amar ninguém. Tudo aquilo que você viveu antes parece vazio e raso, e aí começa a nossa incansável busca por coisas intensas! E essa dura a vida inteira.
Dezesseis primaveras. As coisas começam a ficar sombrias. As pessoas mostram que não são tão boazinhas. Os rapazes não são como os da Disney e as moças também machucam nossos corações. E como dói a primeira vez que temos nosso coração partido. Aquela dor te quebra por muito tempo, e a gente fica sem comer, e sem beber, e começa a fazer opções malucas. Por religiões, por ideologias, por amigos, e por amores. E que merda, sempre erramos ao escolher nossos amores! Nossas palavras escolhidas vem sempre acompanhadas de palavrões: foda-se, eu não me importo! (se importa sim, garotinha!)
Depois de dezessete invernos, fala sério a vida é um inferno! A pressão pré-vestibular começa “O que você vai cursar?! Pra que faculdade você vai?! Tem que ir pra Federal hein! Mas a federal nem é tudo isso! Seu primo já foi aprovado em direito, sua prima tá cursando medicina, sua tia disse que ele passou sem estudar! Não é tão difícil! Você só estuda!!!” Quem nunca ouviu essa frase aos dezessete? É uma idade complicada, viu! Entre provas, amores quebrados e outros surgindo, família e todas as opções que você já fez (e as consequências junto delas), assim são os dezessete.
E perto dos dezoito, ansiedade. As mãos ficam suadas, agora eu posso beber, posso ir para a balada sem rg falso, posso ser presa, posso votar, posso viver! Agora eu preciso trabalhar, e preciso ser adulto, e ter meu dinheiro, e estudar para ser alguém na vida… “mas eu só tenho dezoito!” Não! Você já tem dezoito! Ter dezoito pode incluir muitas responsabilidades mas ao mesmo tempo dá aquela sensação de liberdade que faz seu peito quase explodir. Novamente imaginamos aquela coisa mágica de sair com os amigos, e dançar The Smiths no meio da rua de madrugada. Sentimos vontade de fazer algo novo e ter história para contar, e talvez o amor nem nos faça tanta falta. Onde é que deixamos nossos amores passados? Onde é que deixamos nosso “eu passado”? Nada disso importa quando você está prestes a fazer DEZOITO ANOS!
E os dezenove eu já nem sei, não dá pra imaginar. Vinte? Vixe Maria! Aí já é adulto de vez. Realmente a adolescência pode ser toda essa loucura interna que vez ou outra externamos, mas é a melhor fase da vida porque é ali que nos descobrimos, que podemos fazer nossas opções, pensar e agir sozinhos e sentir aquela liberdade de ser. É ali que lidamos com o amor e com as pessoas como elas são. E é ali que vão ficar as suas melhores histórias.
Começamos naquela fase, dos treze ou catorze quando você fica se perguntando: “Será que eu sou mesmo adolescente? Será que já chegou a hora de ser “gente grande”?” Normalmente é nessa idade que temos a grandiosa experiência do primeiro beijo, os dentes batendo, as bocas desajeitadas, e é nessa idade também que vem os primeiros amores as coisas parecem mais intensas, as paixões da semana são longas e intermináveis. E nós sofremos como loucos por coisas pequenas, ninguém te entende! Ali começa tudo, donde é que vem tanto drama?
"Aos quinze anos tudo é infinito." Machado tinha razão, quando você completa quinze já é uma moça ou um rapaz e isso te faz ter responsabilidades diferentes. Aquele resquício de criança precisa desaparecer rápido! Aquela boneca debaixo da cama, tem que sumir de vista. O carrinho de bombeiro tem que ser doado, e todas as atitudes infantis vão ser julgadas. Comé que pode? Já tem quinze e ainda faz isso! Tá na hora de arrumar um amorzinho, isso sim! Com quinze anos, apesar da cobrança eu não consegui amar ninguém. Tudo aquilo que você viveu antes parece vazio e raso, e aí começa a nossa incansável busca por coisas intensas! E essa dura a vida inteira.
Dezesseis primaveras. As coisas começam a ficar sombrias. As pessoas mostram que não são tão boazinhas. Os rapazes não são como os da Disney e as moças também machucam nossos corações. E como dói a primeira vez que temos nosso coração partido. Aquela dor te quebra por muito tempo, e a gente fica sem comer, e sem beber, e começa a fazer opções malucas. Por religiões, por ideologias, por amigos, e por amores. E que merda, sempre erramos ao escolher nossos amores! Nossas palavras escolhidas vem sempre acompanhadas de palavrões: foda-se, eu não me importo! (se importa sim, garotinha!)
Depois de dezessete invernos, fala sério a vida é um inferno! A pressão pré-vestibular começa “O que você vai cursar?! Pra que faculdade você vai?! Tem que ir pra Federal hein! Mas a federal nem é tudo isso! Seu primo já foi aprovado em direito, sua prima tá cursando medicina, sua tia disse que ele passou sem estudar! Não é tão difícil! Você só estuda!!!” Quem nunca ouviu essa frase aos dezessete? É uma idade complicada, viu! Entre provas, amores quebrados e outros surgindo, família e todas as opções que você já fez (e as consequências junto delas), assim são os dezessete.
E perto dos dezoito, ansiedade. As mãos ficam suadas, agora eu posso beber, posso ir para a balada sem rg falso, posso ser presa, posso votar, posso viver! Agora eu preciso trabalhar, e preciso ser adulto, e ter meu dinheiro, e estudar para ser alguém na vida… “mas eu só tenho dezoito!” Não! Você já tem dezoito! Ter dezoito pode incluir muitas responsabilidades mas ao mesmo tempo dá aquela sensação de liberdade que faz seu peito quase explodir. Novamente imaginamos aquela coisa mágica de sair com os amigos, e dançar The Smiths no meio da rua de madrugada. Sentimos vontade de fazer algo novo e ter história para contar, e talvez o amor nem nos faça tanta falta. Onde é que deixamos nossos amores passados? Onde é que deixamos nosso “eu passado”? Nada disso importa quando você está prestes a fazer DEZOITO ANOS!
E os dezenove eu já nem sei, não dá pra imaginar. Vinte? Vixe Maria! Aí já é adulto de vez. Realmente a adolescência pode ser toda essa loucura interna que vez ou outra externamos, mas é a melhor fase da vida porque é ali que nos descobrimos, que podemos fazer nossas opções, pensar e agir sozinhos e sentir aquela liberdade de ser. É ali que lidamos com o amor e com as pessoas como elas são. E é ali que vão ficar as suas melhores histórias.
Crise de Adolescente
Já faz uns dias que eu tenho analisado friamente uns adolescentes que conheço, afim de entender um pouco mais do que se passa na mente desses quase-adultos. Até eu notar que você não pode analisar algo que você é e faz parte. Ah a adolescência é mesmo mágica, perturbadora, sombria, assustadora e maravilhosa. Um mix de sensações que você nunca viverá novamente.
Começamos naquela fase, dos treze ou catorze quando você fica se perguntando: “Será que eu sou mesmo adolescente? Será que já chegou a hora de ser “gente grande”?” Normalmente é nessa idade que temos a grandiosa experiência do primeiro beijo, os dentes batendo, as bocas desajeitadas, e é nessa idade também que vem os primeiros amores as coisas parecem mais intensas, as paixões da semana são longas e intermináveis. E nós sofremos como loucos por coisas pequenas, ninguém te entende! Ali começa tudo, donde é que vem tanto drama?
"Aos quinze anos tudo é infinito." Machado tinha razão, quando você completa quinze já é uma moça ou um rapaz e isso te faz ter responsabilidades diferentes. Aquele resquício de criança precisa desaparecer rápido! Aquela boneca debaixo da cama, tem que sumir de vista. O carrinho de bombeiro tem que ser doado, e todas as atitudes infantis vão ser julgadas. Comé que pode? Já tem quinze e ainda faz isso! Tá na hora de arrumar um amorzinho, isso sim! Com quinze anos, apesar da cobrança eu não consegui amar ninguém. Tudo aquilo que você viveu antes parece vazio e raso, e aí começa a nossa incansável busca por coisas intensas! E essa dura a vida inteira.
Dezesseis primaveras. As coisas começam a ficar sombrias. As pessoas mostram que não são tão boazinhas. Os rapazes não são como os da Disney e as moças também machucam nossos corações. E como dói a primeira vez que temos nosso coração partido. Aquela dor te quebra por muito tempo, e a gente fica sem comer, e sem beber, e começa a fazer opções malucas. Por religiões, por ideologias, por amigos, e por amores. E que merda, sempre erramos ao escolher nossos amores! Nossas palavras escolhidas vem sempre acompanhadas de palavrões: foda-se, eu não me importo! (se importa sim, garotinha!)
Depois de dezessete invernos, fala sério a vida é um inferno! A pressão pré-vestibular começa “O que você vai cursar?! Pra que faculdade você vai?! Tem que ir pra Federal hein! Mas a federal nem é tudo isso! Seu primo já foi aprovado em direito, sua prima tá cursando medicina, sua tia disse que ele passou sem estudar! Não é tão difícil! Você só estuda!!!” Quem nunca ouviu essa frase aos dezessete? É uma idade complicada, viu! Entre provas, amores quebrados e outros surgindo, família e todas as opções que você já fez (e as consequências junto delas), assim são os dezessete.
E perto dos dezoito, ansiedade. As mãos ficam suadas, agora eu posso beber, posso ir para a balada sem rg falso, posso ser presa, posso votar, posso viver! Agora eu preciso trabalhar, e preciso ser adulto, e ter meu dinheiro, e estudar para ser alguém na vida… “mas eu só tenho dezoito!” Não! Você já tem dezoito! Ter dezoito pode incluir muitas responsabilidades mas ao mesmo tempo dá aquela sensação de liberdade que faz seu peito quase explodir. Novamente imaginamos aquela coisa mágica de sair com os amigos, e dançar The Smiths no meio da rua de madrugada. Sentimos vontade de fazer algo novo e ter história para contar, e talvez o amor nem nos faça tanta falta. Onde é que deixamos nossos amores passados? Onde é que deixamos nosso “eu passado”? Nada disso importa quando você está prestes a fazer DEZOITO ANOS!
E os dezenove eu já nem sei, não dá pra imaginar. Vinte? Vixe Maria! Aí já é adulto de vez. Realmente a adolescência pode ser toda essa loucura interna que vez ou outra externamos, mas é a melhor fase da vida porque é ali que nos descobrimos, que podemos fazer nossas opções, pensar e agir sozinhos e sentir aquela liberdade de ser. É ali que lidamos com o amor e com as pessoas como elas são. E é ali que vão ficar as suas melhores histórias.
Começamos naquela fase, dos treze ou catorze quando você fica se perguntando: “Será que eu sou mesmo adolescente? Será que já chegou a hora de ser “gente grande”?” Normalmente é nessa idade que temos a grandiosa experiência do primeiro beijo, os dentes batendo, as bocas desajeitadas, e é nessa idade também que vem os primeiros amores as coisas parecem mais intensas, as paixões da semana são longas e intermináveis. E nós sofremos como loucos por coisas pequenas, ninguém te entende! Ali começa tudo, donde é que vem tanto drama?
"Aos quinze anos tudo é infinito." Machado tinha razão, quando você completa quinze já é uma moça ou um rapaz e isso te faz ter responsabilidades diferentes. Aquele resquício de criança precisa desaparecer rápido! Aquela boneca debaixo da cama, tem que sumir de vista. O carrinho de bombeiro tem que ser doado, e todas as atitudes infantis vão ser julgadas. Comé que pode? Já tem quinze e ainda faz isso! Tá na hora de arrumar um amorzinho, isso sim! Com quinze anos, apesar da cobrança eu não consegui amar ninguém. Tudo aquilo que você viveu antes parece vazio e raso, e aí começa a nossa incansável busca por coisas intensas! E essa dura a vida inteira.
Dezesseis primaveras. As coisas começam a ficar sombrias. As pessoas mostram que não são tão boazinhas. Os rapazes não são como os da Disney e as moças também machucam nossos corações. E como dói a primeira vez que temos nosso coração partido. Aquela dor te quebra por muito tempo, e a gente fica sem comer, e sem beber, e começa a fazer opções malucas. Por religiões, por ideologias, por amigos, e por amores. E que merda, sempre erramos ao escolher nossos amores! Nossas palavras escolhidas vem sempre acompanhadas de palavrões: foda-se, eu não me importo! (se importa sim, garotinha!)
Depois de dezessete invernos, fala sério a vida é um inferno! A pressão pré-vestibular começa “O que você vai cursar?! Pra que faculdade você vai?! Tem que ir pra Federal hein! Mas a federal nem é tudo isso! Seu primo já foi aprovado em direito, sua prima tá cursando medicina, sua tia disse que ele passou sem estudar! Não é tão difícil! Você só estuda!!!” Quem nunca ouviu essa frase aos dezessete? É uma idade complicada, viu! Entre provas, amores quebrados e outros surgindo, família e todas as opções que você já fez (e as consequências junto delas), assim são os dezessete.
E perto dos dezoito, ansiedade. As mãos ficam suadas, agora eu posso beber, posso ir para a balada sem rg falso, posso ser presa, posso votar, posso viver! Agora eu preciso trabalhar, e preciso ser adulto, e ter meu dinheiro, e estudar para ser alguém na vida… “mas eu só tenho dezoito!” Não! Você já tem dezoito! Ter dezoito pode incluir muitas responsabilidades mas ao mesmo tempo dá aquela sensação de liberdade que faz seu peito quase explodir. Novamente imaginamos aquela coisa mágica de sair com os amigos, e dançar The Smiths no meio da rua de madrugada. Sentimos vontade de fazer algo novo e ter história para contar, e talvez o amor nem nos faça tanta falta. Onde é que deixamos nossos amores passados? Onde é que deixamos nosso “eu passado”? Nada disso importa quando você está prestes a fazer DEZOITO ANOS!
E os dezenove eu já nem sei, não dá pra imaginar. Vinte? Vixe Maria! Aí já é adulto de vez. Realmente a adolescência pode ser toda essa loucura interna que vez ou outra externamos, mas é a melhor fase da vida porque é ali que nos descobrimos, que podemos fazer nossas opções, pensar e agir sozinhos e sentir aquela liberdade de ser. É ali que lidamos com o amor e com as pessoas como elas são. E é ali que vão ficar as suas melhores histórias.
O problema é que eu não consigo deixar pra lá, Natália. Não consigo esquecer, não me incomodar e relaxar. A vida segue e eu continuo aqui, no mesmo lugar. Noites acordadas, memórias acumuladas e saudade. Porque tudo me faz falta.
Não gosto de mudanças, eu nem sequer sou adaptável! Pessoas novas, ambiente novo, hábitos novos... Nem foi me deixado um resquício da vida que eu levava. Eu tinha você, e todos os outros. Sim, todos os outros. Eu amava estar com todo mundo aí, éramos como uma família.
Não tenho o que reclamar do agora. É uma vida diferente com novas oportunidades e que eu estou amando. Mas, poxa... Que mania é essa da vida nos dar coisas e tirá-las de nós logo que nos apegamos? Eu sei que a vida segue, mas bem que podia seguir com vocês do meu lado.
Não gosto de mudanças, eu nem sequer sou adaptável! Pessoas novas, ambiente novo, hábitos novos... Nem foi me deixado um resquício da vida que eu levava. Eu tinha você, e todos os outros. Sim, todos os outros. Eu amava estar com todo mundo aí, éramos como uma família.
Não tenho o que reclamar do agora. É uma vida diferente com novas oportunidades e que eu estou amando. Mas, poxa... Que mania é essa da vida nos dar coisas e tirá-las de nós logo que nos apegamos? Eu sei que a vida segue, mas bem que podia seguir com vocês do meu lado.
Monologo: Eu sei que a vida segue...
11 de jan. de 2015
O problema é que eu não consigo deixar pra lá, Natália. Não consigo esquecer, não me incomodar e relaxar. A vida segue e eu continuo aqui, no mesmo lugar. Noites acordadas, memórias acumuladas e saudade. Porque tudo me faz falta.
Não gosto de mudanças, eu nem sequer sou adaptável! Pessoas novas, ambiente novo, hábitos novos... Nem foi me deixado um resquício da vida que eu levava. Eu tinha você, e todos os outros. Sim, todos os outros. Eu amava estar com todo mundo aí, éramos como uma família.
Não tenho o que reclamar do agora. É uma vida diferente com novas oportunidades e que eu estou amando. Mas, poxa... Que mania é essa da vida nos dar coisas e tirá-las de nós logo que nos apegamos? Eu sei que a vida segue, mas bem que podia seguir com vocês do meu lado.
Não gosto de mudanças, eu nem sequer sou adaptável! Pessoas novas, ambiente novo, hábitos novos... Nem foi me deixado um resquício da vida que eu levava. Eu tinha você, e todos os outros. Sim, todos os outros. Eu amava estar com todo mundo aí, éramos como uma família.
Não tenho o que reclamar do agora. É uma vida diferente com novas oportunidades e que eu estou amando. Mas, poxa... Que mania é essa da vida nos dar coisas e tirá-las de nós logo que nos apegamos? Eu sei que a vida segue, mas bem que podia seguir com vocês do meu lado.
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