Beleza. Você se acha bonito(a)? Parei pra pensar nisso hoje e perguntei para a minha amiga e minha irmã “o que você acha que te faz bonita?” e elas me responderam, respectivamente, “minha sinceridade” e “o fato de eu ser eu mesma”.
Fico imaginando se todo mundo pensasse dessa forma. Não que não devemos amar o nosso físico também, mas não valorizar só a embalagem. Tem uma crônica da Paula Pimenta que me define por completo, e ela fala sobre o fato de ser apaixonada por palavras e não se importar com quem só se preocupa com o exterior.
Infelizmente, ainda existem pessoas que fazem sacríficos absurdos para alcançarem a sua satisfação física, ao invés de buscarem melhorar a internamente. Não tenho nada contra quem faz academia, ou pessoas que usam maquiagem, tratamentos para mudar o cabelo, muito menos comprar roupas que gosta, o que realmente me entristece é ver tantos colocando a estética como prioridade pelo simples fato de buscarem corresponder ao padrão de beleza implantado pela sociedade, até porque eu já fui assim.
Por muito tempo eu não me aceitei e me considerava inferior por não ser considerada bonita. Nerd, baixinha, rosto redondo, cabelo volumoso e aparelho. Era brincadeira de mal gosto na certa. Eu me cobrava muito, e por ser tímida e gaguejar, tinha muitos poucos amigos. Não posso dizer que essas são minhas melhores lembranças, escola não era o meu lugar favorito, não pelos livros e coisas que aprendia, mas pelo o que eu passava. Durante um certo tempo eu tentava ser algo que os outros queriam. Eu tive minha época de superficial. Mas mesmo assim, percebi que não era suficiente. As pessoas gostavam de mim pelo o que eu parecia, e não pelo o que eu era. As brincadeiras e piadinhas acabaram, mas eu percebi que ser vai bem mais além que parecer.
Hoje em dia estou bem. Aprendi com o tempo que beleza de verdade é aquela que não acaba com tempo, que é limitada. Não me julgo inferior por não ser como os outros querem, mas feliz por saber que existem pessoas que têm o prazer de me amar pelo o que sou, por minhas atitudes. Felicidade de verdade é essa, não precisar se esforçar para ser algo, viver da forma que é, deixando o coração livre para se apegar ao que realmente importa.
O que eu acho que me faz bonita? Bom, o fato de ser única já é o suficiente. Não tenho o corpo, sorriso e rosto mais bonito para o mundo, mas eu tenho a certeza de que sou o que ninguém mais pode ser: eu.




Texto enviado pela leitora:
- Lídia Mesquita

Beleza

18 de jan. de 2015

Beleza. Você se acha bonito(a)? Parei pra pensar nisso hoje e perguntei para a minha amiga e minha irmã “o que você acha que te faz bonita?” e elas me responderam, respectivamente, “minha sinceridade” e “o fato de eu ser eu mesma”.
Fico imaginando se todo mundo pensasse dessa forma. Não que não devemos amar o nosso físico também, mas não valorizar só a embalagem. Tem uma crônica da Paula Pimenta que me define por completo, e ela fala sobre o fato de ser apaixonada por palavras e não se importar com quem só se preocupa com o exterior.
Infelizmente, ainda existem pessoas que fazem sacríficos absurdos para alcançarem a sua satisfação física, ao invés de buscarem melhorar a internamente. Não tenho nada contra quem faz academia, ou pessoas que usam maquiagem, tratamentos para mudar o cabelo, muito menos comprar roupas que gosta, o que realmente me entristece é ver tantos colocando a estética como prioridade pelo simples fato de buscarem corresponder ao padrão de beleza implantado pela sociedade, até porque eu já fui assim.
Por muito tempo eu não me aceitei e me considerava inferior por não ser considerada bonita. Nerd, baixinha, rosto redondo, cabelo volumoso e aparelho. Era brincadeira de mal gosto na certa. Eu me cobrava muito, e por ser tímida e gaguejar, tinha muitos poucos amigos. Não posso dizer que essas são minhas melhores lembranças, escola não era o meu lugar favorito, não pelos livros e coisas que aprendia, mas pelo o que eu passava. Durante um certo tempo eu tentava ser algo que os outros queriam. Eu tive minha época de superficial. Mas mesmo assim, percebi que não era suficiente. As pessoas gostavam de mim pelo o que eu parecia, e não pelo o que eu era. As brincadeiras e piadinhas acabaram, mas eu percebi que ser vai bem mais além que parecer.
Hoje em dia estou bem. Aprendi com o tempo que beleza de verdade é aquela que não acaba com tempo, que é limitada. Não me julgo inferior por não ser como os outros querem, mas feliz por saber que existem pessoas que têm o prazer de me amar pelo o que sou, por minhas atitudes. Felicidade de verdade é essa, não precisar se esforçar para ser algo, viver da forma que é, deixando o coração livre para se apegar ao que realmente importa.
O que eu acho que me faz bonita? Bom, o fato de ser única já é o suficiente. Não tenho o corpo, sorriso e rosto mais bonito para o mundo, mas eu tenho a certeza de que sou o que ninguém mais pode ser: eu.




Texto enviado pela leitora:
- Lídia Mesquita


Talvez hoje você tenha acordado sentindo falta dele. Ou falta daquela falta que você costumava fazer a ele. Eu sei que dói saber que ele já não se importa mais contigo, que não é mais seu nome que ele cita nas conversas, que não é mais seu beijo que ele anseia, que não é mais por você que ele sorri, e que não é mais seu o coração dele. Mas talvez nunca tenha sido, e também dói pensar assim.


Eu sei que você está confusa porque não sabe se ele chegou a gostar mesmo da sua companhia, da sua risada, da sua voz, de você. E você já não sabe se dói mais pensar que ele simplesmente deixou de te amar, ou se ele nunca chegou a te amar. Porque ser trocada dói. Caralho, como dói! Ser esquecida, abandonada, deixada numa prateleira empoeirada como um livro velho, dói pra valer. Mas você sorri. Você sorri porque é forte. Ou porque é insegura.


Você sorri por medo de que te perguntem o que está acontecendo, caso chore. Medo de que as pessoas não tenham tempo para ouvir seu quase melodrama mexicano que, por agora, parece ser o fim do seu mundo. Porém, não é. Vai perturbar, você vai pensar em vingança, vai querer encher a cara e conhecer novas bocas. Você vai fazer tudo isso e no final vai cair na cama, chorando em cima do travesseiro e daquela velha foto de vocês dois. Porque é ele quem te deixa boba, apaixonada, vidrada, iludida. É ele quem sempre esteve do seu lado, segurando sua mão, ouvindo seus dramas familiares, elogiando sua pinta perto da cutícula, enrolando a ponta do seu cabelo e mordendo sua panturrilha.


Agora ele já não está mais contigo e sua vida parece não ter mais sentido. Você já não sabe como é que vai dormir todas as noites sem aquele “boa noite, linda” rouco. Já não sabe como é que vai assistir filme sem aquela mão macia entrelaçada na sua, sem aqueles dedos alisando seu cabelo, sem aquela boca que só você sabia a tonalidade exata. Você já não sabe como é que vai sorrir sem ser por consequência daquele sorriso lateral que só ele sabia dar. Já não sabe como é que vai conseguir amar outra pessoa depois de tanta decepção. Porque você está com medo e acha que todos os caras vão ser filhos da puta como ele foi. Você acha que todos terão facilidade em te enganar, te trocar, te usar. E, como consequência da dor, você sente uma necessidade absurda de parecer fria e de não confiar em ninguém. Aí as pessoas acabam botando a culpa em você e dizem que ele te largou porque você não dava amor. Mas mal sabem elas que isso era o que você mais dava, até se cansar.


Ele te largou porque cansou de não poder retribuir tanto amor, isso sim. Porque você corria atrás, fazia planos, buscava meios, encontrava soluções, se descabelava, implorava e ele nada. Ele sempre nada. Sem demonstrar nada. Sem dizer nada. Sem, talvez, sentir nada. Ele sempre nada e você sempre tudo. Cheia de intensidade, você fazia de tudo, buscava por tudo, perdoava tudo, esquecia tudo, abria mão de tudo. Uma não-reciprocidade que dói a qualquer terceiro que ouça sua história. Uma não-reciprocidade que doeu em cada órgão do seu corpo e te fez mais forte. Ou mais forçada - como preferir.



Um quase melodrama mexicano



Talvez hoje você tenha acordado sentindo falta dele. Ou falta daquela falta que você costumava fazer a ele. Eu sei que dói saber que ele já não se importa mais contigo, que não é mais seu nome que ele cita nas conversas, que não é mais seu beijo que ele anseia, que não é mais por você que ele sorri, e que não é mais seu o coração dele. Mas talvez nunca tenha sido, e também dói pensar assim.


Eu sei que você está confusa porque não sabe se ele chegou a gostar mesmo da sua companhia, da sua risada, da sua voz, de você. E você já não sabe se dói mais pensar que ele simplesmente deixou de te amar, ou se ele nunca chegou a te amar. Porque ser trocada dói. Caralho, como dói! Ser esquecida, abandonada, deixada numa prateleira empoeirada como um livro velho, dói pra valer. Mas você sorri. Você sorri porque é forte. Ou porque é insegura.


Você sorri por medo de que te perguntem o que está acontecendo, caso chore. Medo de que as pessoas não tenham tempo para ouvir seu quase melodrama mexicano que, por agora, parece ser o fim do seu mundo. Porém, não é. Vai perturbar, você vai pensar em vingança, vai querer encher a cara e conhecer novas bocas. Você vai fazer tudo isso e no final vai cair na cama, chorando em cima do travesseiro e daquela velha foto de vocês dois. Porque é ele quem te deixa boba, apaixonada, vidrada, iludida. É ele quem sempre esteve do seu lado, segurando sua mão, ouvindo seus dramas familiares, elogiando sua pinta perto da cutícula, enrolando a ponta do seu cabelo e mordendo sua panturrilha.


Agora ele já não está mais contigo e sua vida parece não ter mais sentido. Você já não sabe como é que vai dormir todas as noites sem aquele “boa noite, linda” rouco. Já não sabe como é que vai assistir filme sem aquela mão macia entrelaçada na sua, sem aqueles dedos alisando seu cabelo, sem aquela boca que só você sabia a tonalidade exata. Você já não sabe como é que vai sorrir sem ser por consequência daquele sorriso lateral que só ele sabia dar. Já não sabe como é que vai conseguir amar outra pessoa depois de tanta decepção. Porque você está com medo e acha que todos os caras vão ser filhos da puta como ele foi. Você acha que todos terão facilidade em te enganar, te trocar, te usar. E, como consequência da dor, você sente uma necessidade absurda de parecer fria e de não confiar em ninguém. Aí as pessoas acabam botando a culpa em você e dizem que ele te largou porque você não dava amor. Mas mal sabem elas que isso era o que você mais dava, até se cansar.


Ele te largou porque cansou de não poder retribuir tanto amor, isso sim. Porque você corria atrás, fazia planos, buscava meios, encontrava soluções, se descabelava, implorava e ele nada. Ele sempre nada. Sem demonstrar nada. Sem dizer nada. Sem, talvez, sentir nada. Ele sempre nada e você sempre tudo. Cheia de intensidade, você fazia de tudo, buscava por tudo, perdoava tudo, esquecia tudo, abria mão de tudo. Uma não-reciprocidade que dói a qualquer terceiro que ouça sua história. Uma não-reciprocidade que doeu em cada órgão do seu corpo e te fez mais forte. Ou mais forçada - como preferir.



 Escrevo-te sem ao menos saber se um dia você irá ler, mais escrevo porque só assim consigo colocar todo esse sentimento pra fora já que não posso dizer isso olhando nos seus olhos. A verdade é que eu sempre te amei só nunca quis assumir isso tanto pra mim mesmo como pra você.
 Quando eu finalmente criei coragem e disse que gostava muito de você eu não estava apenas querendo dizer que gosto, mas sim que amo, amo com todas as minhas forças, amo tanto que seria capaz de qualquer coisa pra viver ao seu lado, seria capaz das maiores loucuras de amor pra te ter comigo.
 A única coisa que eu queria era ficar com você e te amar como nunca ninguém amou.
Talvez a vida tenha outro plano pra gente, talvez ainda não seja a hora de ficarmos juntos, talvez nunca iremos ficar mais o que importa é te sentir e te amar. Penso em você várias vezes por dia e confesso que eu amo isso porque quando imaginamos nós dois juntos meu mundo fica mais feliz e me sinto alguém melhor.
Talvez seja um erro eu te amar tanto assim porque eu sei que os nossos mundos são diferentes, eu sei que talvez nunca iremos ficar juntos, mas sabe mesmo com todos esses obstáculos eu tenho esperanças, esperanças de um dia ser seu e te fazer muito feliz. Porque no mundo em que eu criei você está presente e permanece até o fim.
Não tenho palavras pra explicar tudo que eu sinto às vezes me perco em pensamentos bobos, mas tenho em mente que um dia ainda seremos ”nós”.
 Eu poderia descrever todo o sentimento que estou sentindo agora, poderia falar de toda essa angústia, poderia até dizer o quanto ta doendo saber que você prefere outra a mim. Posso até te amar, mas jamais vou deixar de me amar, jamais vou deixar de me importar comigo mesmo e de pensar em mim antes de qualquer coisa.
 Estou tentando organizar meus sentimentos para poder te escrever, mas confesso que ultimamente anda difícil. Ontem ao adormecer você foi o meu último pensamento e hoje ao acordar você foi o primeiro.
 Estranho isso não é mesmo?
 Porque você ainda insiste em tomar conta dos meus pensamentos?
 Isso é errado.
 Eu tenho certeza que é errado e ninguém precisou me dizer, eu sei que é. Hoje parei para pensar em nós, sim em nós, digo em tudo. Convivência, carinho, amor, companheirismo, amizade, sexo, afeto. Parei para pensar no que somos quando estamos juntos e no que somos quando vou embora. Fico horas e horas pensando em como me expressar e sinceramente não consigo pensar em nada.
 Sabe, eu gosto do estrago que você faz em mim, gosto dessa sensação de ter você e ao mesmo tempo não ter.  Sabe queria que as coisas fossem diferentes, queria poder te chamar de meu amor e amanhecer todos os dias ao seu lado, queria te dar todo carinho que você merece. Sabe, talvez isso seja apenas um sonho, sonho do qual talvez nunca vá se realizar mas eu não me importo porque afinal, sonhar faz bem.
 A sua dor é a minha dor, no momento em que eu te vi chorar meu mundo desabou. 

 Eu queria te odiar com todas as minhas forças porque assim eu não te amaria tanto e não te desejaria tanto. As pessoas me perguntam: Porque você escreve para uma pessoa que nunca irá ler? Sabe, não existe um porque eu simplesmente me sinto bem escrevendo. Principalmente sobre você.


Tudo de mim, querido.

17 de jan. de 2015

 Escrevo-te sem ao menos saber se um dia você irá ler, mais escrevo porque só assim consigo colocar todo esse sentimento pra fora já que não posso dizer isso olhando nos seus olhos. A verdade é que eu sempre te amei só nunca quis assumir isso tanto pra mim mesmo como pra você.
 Quando eu finalmente criei coragem e disse que gostava muito de você eu não estava apenas querendo dizer que gosto, mas sim que amo, amo com todas as minhas forças, amo tanto que seria capaz de qualquer coisa pra viver ao seu lado, seria capaz das maiores loucuras de amor pra te ter comigo.
 A única coisa que eu queria era ficar com você e te amar como nunca ninguém amou.
Talvez a vida tenha outro plano pra gente, talvez ainda não seja a hora de ficarmos juntos, talvez nunca iremos ficar mais o que importa é te sentir e te amar. Penso em você várias vezes por dia e confesso que eu amo isso porque quando imaginamos nós dois juntos meu mundo fica mais feliz e me sinto alguém melhor.
Talvez seja um erro eu te amar tanto assim porque eu sei que os nossos mundos são diferentes, eu sei que talvez nunca iremos ficar juntos, mas sabe mesmo com todos esses obstáculos eu tenho esperanças, esperanças de um dia ser seu e te fazer muito feliz. Porque no mundo em que eu criei você está presente e permanece até o fim.
Não tenho palavras pra explicar tudo que eu sinto às vezes me perco em pensamentos bobos, mas tenho em mente que um dia ainda seremos ”nós”.
 Eu poderia descrever todo o sentimento que estou sentindo agora, poderia falar de toda essa angústia, poderia até dizer o quanto ta doendo saber que você prefere outra a mim. Posso até te amar, mas jamais vou deixar de me amar, jamais vou deixar de me importar comigo mesmo e de pensar em mim antes de qualquer coisa.
 Estou tentando organizar meus sentimentos para poder te escrever, mas confesso que ultimamente anda difícil. Ontem ao adormecer você foi o meu último pensamento e hoje ao acordar você foi o primeiro.
 Estranho isso não é mesmo?
 Porque você ainda insiste em tomar conta dos meus pensamentos?
 Isso é errado.
 Eu tenho certeza que é errado e ninguém precisou me dizer, eu sei que é. Hoje parei para pensar em nós, sim em nós, digo em tudo. Convivência, carinho, amor, companheirismo, amizade, sexo, afeto. Parei para pensar no que somos quando estamos juntos e no que somos quando vou embora. Fico horas e horas pensando em como me expressar e sinceramente não consigo pensar em nada.
 Sabe, eu gosto do estrago que você faz em mim, gosto dessa sensação de ter você e ao mesmo tempo não ter.  Sabe queria que as coisas fossem diferentes, queria poder te chamar de meu amor e amanhecer todos os dias ao seu lado, queria te dar todo carinho que você merece. Sabe, talvez isso seja apenas um sonho, sonho do qual talvez nunca vá se realizar mas eu não me importo porque afinal, sonhar faz bem.
 A sua dor é a minha dor, no momento em que eu te vi chorar meu mundo desabou. 

 Eu queria te odiar com todas as minhas forças porque assim eu não te amaria tanto e não te desejaria tanto. As pessoas me perguntam: Porque você escreve para uma pessoa que nunca irá ler? Sabe, não existe um porque eu simplesmente me sinto bem escrevendo. Principalmente sobre você.


Sabe... você é perfeito pra mim, eu te gosto muito, por enquanto, por que eu sei que vai chegar uma hora que tudo vai dar errado, não? Você simplesmente vai enjoar de mim, da minha voz, do meu sorriso bobo apaixonado, mas  isso não quer dizer que eu vou deixar de gostar de você...
Nunca vou esquecer do teu abraço, do teu cheiro, do teu sorriso, mas infelizmente essa hora chegou, e chegou cedo demais, todos me perguntam,  me deixou triste, chateada, e até deprimida, mas enfim... eu ainda gosto de você, e até que eu deixe de gostar eu acho que o céu fica roxo.

“Não volte pra casa, meu amor, que aqui é triste. Vá voar com o vento, que só lá você existe... Não me esqueça, que eu não sei mais nada de você...”

Na hora errada

Sabe... você é perfeito pra mim, eu te gosto muito, por enquanto, por que eu sei que vai chegar uma hora que tudo vai dar errado, não? Você simplesmente vai enjoar de mim, da minha voz, do meu sorriso bobo apaixonado, mas  isso não quer dizer que eu vou deixar de gostar de você...
Nunca vou esquecer do teu abraço, do teu cheiro, do teu sorriso, mas infelizmente essa hora chegou, e chegou cedo demais, todos me perguntam,  me deixou triste, chateada, e até deprimida, mas enfim... eu ainda gosto de você, e até que eu deixe de gostar eu acho que o céu fica roxo.

“Não volte pra casa, meu amor, que aqui é triste. Vá voar com o vento, que só lá você existe... Não me esqueça, que eu não sei mais nada de você...”

Eu não sei porque, mas senti uma vontade enorme de ir até a floricultura apenas para sentir o cheiro das flores. E lá estava ela no balcão com aquele sorriso extremamente doce e os lábios tão rosados que por um minuto me perdi. Quando descobri o seu nome, senti a mesma sensação de quando ganhei o meu primeiro livro. Não tem como descrever. Duas semanas depois aquele sorriso já me pertencia, ninguém mais poderia roubá-lo. Se encantava com qualquer coisa boba: O toque em sua mão com os meus lábios selando a ponta do seu nariz num gesto de carinho, quando abria a porta do carro para entrar e até mesmo quando retirava o meu chapéu ao vê-la pela primeira vez. O meu dia só ficava completo quando via o seu sorriso. Três meses depois já podia segurar na sua mão e sentir o trincar das nossas alianças. Todos os dias acordava, olhava para o lado e passava os dedos em seus cabelos louros. Era como se estivesse sonhando acordado. Decidimos que plantaríamos um enorme jardim em frente a nossa casa e assim o fizemos. Cada rosa, cada flor. Tudo foi feito por nós. As cores chamavam atenção de qualquer que passasse na rua. Num certo dia, jurei ter visto uma flor sorrir quando minha esposa passou por perto e não duvidaria se isso realmente tivesse acontecido, afinal ela tem um dom de deixar qualquer um feliz apenas por ver aquele lindo gesto. Trinta anos se passaram e eu continuava apaixonado por aquela mulher. Cada fio branco em seus cabelos que outrora fora loiro, me fazia suspirar e "as curvas" mais lindas dos lábios rosados continuavam nela. As suas mãos, embora trêmulas, ainda tocavam nas minhas e deixava soar o trinco das alianças. Mesmo depois de tanto tempo, o nosso jardim ainda era perfumado e as flores continuavam alegres. Me lembro de quando disse que, enquanto aquele jardim perdurasse, o amor jamais acabaria. Não existem dúvidas sobre isso. Não sei o que aconteceu, mas os seus lábios já não tinham mais a cor e não se erguiam naquele seu majestoso sorriso. Suas pernas não tinham forças para se erguer e nem suas mãos seguravam nas minhas. Os médicos disseram que tudo ficaria bem e que nada iria nos separar. Ela olhou para mim naquela cama fria e sorriu mais uma vez. Embora o seu sorriso tivesse perdido a cor, continuava linda. Mas algo estava errado, sabia disto. E ao chegar em casa, soube: Pela primeira vez as flores do nosso jardim havia murchado e agora tudo não passava de cinzas.





As últimas flores

16 de jan. de 2015

Eu não sei porque, mas senti uma vontade enorme de ir até a floricultura apenas para sentir o cheiro das flores. E lá estava ela no balcão com aquele sorriso extremamente doce e os lábios tão rosados que por um minuto me perdi. Quando descobri o seu nome, senti a mesma sensação de quando ganhei o meu primeiro livro. Não tem como descrever. Duas semanas depois aquele sorriso já me pertencia, ninguém mais poderia roubá-lo. Se encantava com qualquer coisa boba: O toque em sua mão com os meus lábios selando a ponta do seu nariz num gesto de carinho, quando abria a porta do carro para entrar e até mesmo quando retirava o meu chapéu ao vê-la pela primeira vez. O meu dia só ficava completo quando via o seu sorriso. Três meses depois já podia segurar na sua mão e sentir o trincar das nossas alianças. Todos os dias acordava, olhava para o lado e passava os dedos em seus cabelos louros. Era como se estivesse sonhando acordado. Decidimos que plantaríamos um enorme jardim em frente a nossa casa e assim o fizemos. Cada rosa, cada flor. Tudo foi feito por nós. As cores chamavam atenção de qualquer que passasse na rua. Num certo dia, jurei ter visto uma flor sorrir quando minha esposa passou por perto e não duvidaria se isso realmente tivesse acontecido, afinal ela tem um dom de deixar qualquer um feliz apenas por ver aquele lindo gesto. Trinta anos se passaram e eu continuava apaixonado por aquela mulher. Cada fio branco em seus cabelos que outrora fora loiro, me fazia suspirar e "as curvas" mais lindas dos lábios rosados continuavam nela. As suas mãos, embora trêmulas, ainda tocavam nas minhas e deixava soar o trinco das alianças. Mesmo depois de tanto tempo, o nosso jardim ainda era perfumado e as flores continuavam alegres. Me lembro de quando disse que, enquanto aquele jardim perdurasse, o amor jamais acabaria. Não existem dúvidas sobre isso. Não sei o que aconteceu, mas os seus lábios já não tinham mais a cor e não se erguiam naquele seu majestoso sorriso. Suas pernas não tinham forças para se erguer e nem suas mãos seguravam nas minhas. Os médicos disseram que tudo ficaria bem e que nada iria nos separar. Ela olhou para mim naquela cama fria e sorriu mais uma vez. Embora o seu sorriso tivesse perdido a cor, continuava linda. Mas algo estava errado, sabia disto. E ao chegar em casa, soube: Pela primeira vez as flores do nosso jardim havia murchado e agora tudo não passava de cinzas.





  O marco da escola Realista no Brasil em 1881. Uma obra de Machado de Assis que não possui todos traços realistas por se passar de uma transição do Romantismo a essa época. Para entender melhor essa resenha, irei retomar uma explicação sobre a escola romântica.



  Nessa época, mesmo dividida em 3 fases, a característica mais forte era a idealização da mulher como pessoa purificada e que não existia. Alguém perfeito. Por exemplo, no trecho abaixo, Álvares de Azevedo demonstra um eu lírico sofrendo muito pela mulher idealizada e inacessível. O desejo pela morte era muito forte na segunda fase do Romantismo.


Soneto(...)
"Morro, morro por ti! na minha aurora 
A dor do coração, a dor mais forte, 
A dor de um desengano me devora..."  

  Sabendo disso e, claro, do eu lírico como narrador onisciente no Romantismo, posso dar uma explicação sobre Memórias Póstumas de Brás Cubas.



 
  A obra é enquadrada no gênero literário sátira menipéia, no qual um morto se dirige aos vivos para criticar a humanidade. Brás Cubas é um homem rico e solteiro que, depois de morto, se dedica a tarefa de contar a sua história. Da sua infância, lembra o contato com Quincas Borba e o comportamento que fazia maltratar o escravo Prudêncio. E na juventude, lembra do seu envolvimento com a prostituta de luxo, Marcela.



  E para mostrar uma quebra do Romantismo, a própria prostituta. A mulher era idealizada e perfeita na antiga escola mas no Realismo é totalmente diferente. A obra retrata bem isso. Uma mulher com desejo carnal, possuindo todos os defeitos que um humano normal contém.Tanto que a mesma falar ter amado por "quinze meses e onze contos de réis". No decorrer da história, Brás Cubas exerce sua carreira política e se envolve em ações beneficentes sem amor algum ao seu trabalho.




  O narrador vê com muito desprezo o caráter das pessoas no decorrer da obra com trechos repletos de ironias. Críticas pesadas ao caráter do ser humano fazendo o próprio leitor ser vítima das ironias.




O balanço final, tão triste quanto sua existência, arremata a narrativa de forma pessimista: “Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado da nossa miséria”.

Resenha: Memórias Póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis

15 de jan. de 2015

  O marco da escola Realista no Brasil em 1881. Uma obra de Machado de Assis que não possui todos traços realistas por se passar de uma transição do Romantismo a essa época. Para entender melhor essa resenha, irei retomar uma explicação sobre a escola romântica.



  Nessa época, mesmo dividida em 3 fases, a característica mais forte era a idealização da mulher como pessoa purificada e que não existia. Alguém perfeito. Por exemplo, no trecho abaixo, Álvares de Azevedo demonstra um eu lírico sofrendo muito pela mulher idealizada e inacessível. O desejo pela morte era muito forte na segunda fase do Romantismo.


Soneto(...)
"Morro, morro por ti! na minha aurora 
A dor do coração, a dor mais forte, 
A dor de um desengano me devora..."  

  Sabendo disso e, claro, do eu lírico como narrador onisciente no Romantismo, posso dar uma explicação sobre Memórias Póstumas de Brás Cubas.



 
  A obra é enquadrada no gênero literário sátira menipéia, no qual um morto se dirige aos vivos para criticar a humanidade. Brás Cubas é um homem rico e solteiro que, depois de morto, se dedica a tarefa de contar a sua história. Da sua infância, lembra o contato com Quincas Borba e o comportamento que fazia maltratar o escravo Prudêncio. E na juventude, lembra do seu envolvimento com a prostituta de luxo, Marcela.



  E para mostrar uma quebra do Romantismo, a própria prostituta. A mulher era idealizada e perfeita na antiga escola mas no Realismo é totalmente diferente. A obra retrata bem isso. Uma mulher com desejo carnal, possuindo todos os defeitos que um humano normal contém.Tanto que a mesma falar ter amado por "quinze meses e onze contos de réis". No decorrer da história, Brás Cubas exerce sua carreira política e se envolve em ações beneficentes sem amor algum ao seu trabalho.




  O narrador vê com muito desprezo o caráter das pessoas no decorrer da obra com trechos repletos de ironias. Críticas pesadas ao caráter do ser humano fazendo o próprio leitor ser vítima das ironias.




O balanço final, tão triste quanto sua existência, arremata a narrativa de forma pessimista: “Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado da nossa miséria”.


Olá, meu nome é Estrela, sim, Estrela. Pode parecer estranho, eu também acho. Mas minha mãe quis assim, fazer o que né? O nome surgiu, do amor dela pela astronomia, é minha mãe é astrônoma. Outro fato estranho sobre mim. É que eu odeio astronomia, qual é a graça de estudar o universo?Meu pai é Engenheiro Químico, e minha irmã vai cursar Medicina oncologia. E no meio de uma família super inteligente e 100% intelectual. Nasceu eu, a ATRIZteza da família, sim, e meu maior sonho, é brilhar nos palcos, assim como grandes atrizes como por exemplo a Fernanda Montenegro. Meus pais odeiam a minha profissão, dizem que sou muito nova, pra escolher algo tão vago, pra vida toda, que posso me arrepender e blah blah. Mas eu sei que não vou me arrepender, eu amo isso, eu amo poder me expressar dessa forma, amo o poder que a arte tem sobre mim. Mas sei que não vai ser tão fácil assim. Tenho 18 anos, sobrevivi ao colegial, ao vestibular, e a amores mal resolvidos, é, eu me sinto uma vencedora na vida. Mas na verdade, minha vida só começa agora. Faculdade, trabalhos, morar sozinha, sair pra pagar contas de casa, ter que cuidar da casa, cuidar de mim, ahhhhhh! É mãe, agora eu te entendo.


2 de fevereiro, 6h40


Como sempre, acordei atrasada,corri pro banheiro, escovei meus dentes, tomei meu banho, me maquiei, troquei, e fui correndo pra faculdade. E no caminho da faculdade, me peguei pensando estou no começo de uma nova vida, hoje é meu primeiro dia na faculdade de Artes Cênicas. E o meu primeiro dia como professora de uma pequena escola de teatro, estou completamente tensa, me senti como se eu tivesse me mudado pra outro país, e ninguém soubesse falar a minha língua.


Chegando na faculdade, logo consegui perceber, o quanto era diferente do colegial, tinha aproximadamente 40 pessoas, todos me pareceu bem maduros, felizes por esta ali, diferente do colégio, que eu, lilly e bea chegávamos com cara com sono, e contávamos os segundos pra ir embora.


Me sentei ao lado de uma garota, que estava recitando Shakespeare, Sonho de uma noite de verão.

E logo, um garoto maravilhoso se aproximou e disse:

- Olá moça bonita, posso saber seu nome?

E então, eu olhei para os olhos deles, e respondi:

- Olá moço, o meu nome é Estrela, e o seu? como você está?

Ele sorriu, olhou com aquela cara de quem quer te encantar, e entrar na sua vida e disse:

- O meu nome é Pietro. Estou ótimo, não poderia ser diferente. Quer sentar comigo? Vi você que você está sozinha, eu também estou. E ficar sozinho na faculdade, não é algo muito interessante, não é?

E aí eu cheguei a ficar vermelha, sorri e disse:

- Tudo bem, é, não é mesmo. Vamos lá.

E fui em direção dele.
Sentamos, conversamos sobre o ambiente que estávamos.

O professor chegou, e como de costume, ele quis que a primeira aula, fosse mais pra todos se conhecerem melhor. E então ele disse pra todos falar seus nomes em pé, contar um pouco de si mesmo, e falar 3 fatos sobre você mesmo. E então chegou na minha vez, fui uma das primeiras.


- Olá pessoal, o meu nome é Estrela, eu tenho 18 anos, faço teatro desde meus 11 anos de idade, fiz até meus 15 anos escondido dos meus pais, pois eles odeiam a minha escolha, e acham que eu deveria ser como eles, ou como algum deles. A partir de hoje, a minha vida vai mudar, ontem me mudei pro meu apartamento aqui perto, irei dar aula na escola de teatro ao lado da faculdade. E estou realizando mais um sonho, entrando pra faculdade de Artes cênicas, aqui, no Rio. Eu sou uma palhaça, e adoro fazer as pessoas sorriem. Sou completamente diferente da minha família, como eu sempre costumo dizer, sou ATRIZteza da família. E outro fato, é que amo musica, mesmo que eu seja uma negação pra cantar e dançar.




Praticamente todos sorriram, e olharam pra mim com aquele olhar "eu posso ser seu amigo?"



E então todos disseram, e a aula acabou, e o Pietro, me levou até em casa.



- Então é isso, tchau Estrela, amanhã eu te espero na segunda carteira da primeira fileira da direita tá bom?

Sorriu bobo, e me deu um abraço.



Naquele momento, eu senti, como se o abraço do Pietro, me confortasse de qualquer medo, como se eu estivesse segura, em uma nova etapa da minha vida. Como seu eu conhecesse ele a anos. Será? Será que foi amor a primeira vista? Eu não consigo decifrar o que estou sentindo agora, mas sei, que é algo, bom.

Fanfic: Sonhos 1º Capitulo: Um novo começo,



Olá, meu nome é Estrela, sim, Estrela. Pode parecer estranho, eu também acho. Mas minha mãe quis assim, fazer o que né? O nome surgiu, do amor dela pela astronomia, é minha mãe é astrônoma. Outro fato estranho sobre mim. É que eu odeio astronomia, qual é a graça de estudar o universo?Meu pai é Engenheiro Químico, e minha irmã vai cursar Medicina oncologia. E no meio de uma família super inteligente e 100% intelectual. Nasceu eu, a ATRIZteza da família, sim, e meu maior sonho, é brilhar nos palcos, assim como grandes atrizes como por exemplo a Fernanda Montenegro. Meus pais odeiam a minha profissão, dizem que sou muito nova, pra escolher algo tão vago, pra vida toda, que posso me arrepender e blah blah. Mas eu sei que não vou me arrepender, eu amo isso, eu amo poder me expressar dessa forma, amo o poder que a arte tem sobre mim. Mas sei que não vai ser tão fácil assim. Tenho 18 anos, sobrevivi ao colegial, ao vestibular, e a amores mal resolvidos, é, eu me sinto uma vencedora na vida. Mas na verdade, minha vida só começa agora. Faculdade, trabalhos, morar sozinha, sair pra pagar contas de casa, ter que cuidar da casa, cuidar de mim, ahhhhhh! É mãe, agora eu te entendo.


2 de fevereiro, 6h40


Como sempre, acordei atrasada,corri pro banheiro, escovei meus dentes, tomei meu banho, me maquiei, troquei, e fui correndo pra faculdade. E no caminho da faculdade, me peguei pensando estou no começo de uma nova vida, hoje é meu primeiro dia na faculdade de Artes Cênicas. E o meu primeiro dia como professora de uma pequena escola de teatro, estou completamente tensa, me senti como se eu tivesse me mudado pra outro país, e ninguém soubesse falar a minha língua.


Chegando na faculdade, logo consegui perceber, o quanto era diferente do colegial, tinha aproximadamente 40 pessoas, todos me pareceu bem maduros, felizes por esta ali, diferente do colégio, que eu, lilly e bea chegávamos com cara com sono, e contávamos os segundos pra ir embora.


Me sentei ao lado de uma garota, que estava recitando Shakespeare, Sonho de uma noite de verão.

E logo, um garoto maravilhoso se aproximou e disse:

- Olá moça bonita, posso saber seu nome?

E então, eu olhei para os olhos deles, e respondi:

- Olá moço, o meu nome é Estrela, e o seu? como você está?

Ele sorriu, olhou com aquela cara de quem quer te encantar, e entrar na sua vida e disse:

- O meu nome é Pietro. Estou ótimo, não poderia ser diferente. Quer sentar comigo? Vi você que você está sozinha, eu também estou. E ficar sozinho na faculdade, não é algo muito interessante, não é?

E aí eu cheguei a ficar vermelha, sorri e disse:

- Tudo bem, é, não é mesmo. Vamos lá.

E fui em direção dele.
Sentamos, conversamos sobre o ambiente que estávamos.

O professor chegou, e como de costume, ele quis que a primeira aula, fosse mais pra todos se conhecerem melhor. E então ele disse pra todos falar seus nomes em pé, contar um pouco de si mesmo, e falar 3 fatos sobre você mesmo. E então chegou na minha vez, fui uma das primeiras.


- Olá pessoal, o meu nome é Estrela, eu tenho 18 anos, faço teatro desde meus 11 anos de idade, fiz até meus 15 anos escondido dos meus pais, pois eles odeiam a minha escolha, e acham que eu deveria ser como eles, ou como algum deles. A partir de hoje, a minha vida vai mudar, ontem me mudei pro meu apartamento aqui perto, irei dar aula na escola de teatro ao lado da faculdade. E estou realizando mais um sonho, entrando pra faculdade de Artes cênicas, aqui, no Rio. Eu sou uma palhaça, e adoro fazer as pessoas sorriem. Sou completamente diferente da minha família, como eu sempre costumo dizer, sou ATRIZteza da família. E outro fato, é que amo musica, mesmo que eu seja uma negação pra cantar e dançar.




Praticamente todos sorriram, e olharam pra mim com aquele olhar "eu posso ser seu amigo?"



E então todos disseram, e a aula acabou, e o Pietro, me levou até em casa.



- Então é isso, tchau Estrela, amanhã eu te espero na segunda carteira da primeira fileira da direita tá bom?

Sorriu bobo, e me deu um abraço.



Naquele momento, eu senti, como se o abraço do Pietro, me confortasse de qualquer medo, como se eu estivesse segura, em uma nova etapa da minha vida. Como seu eu conhecesse ele a anos. Será? Será que foi amor a primeira vista? Eu não consigo decifrar o que estou sentindo agora, mas sei, que é algo, bom.

Latest Instagrams

© Solidarizou. Design by Fearne.