Pode parecer que o feminismo seja um assunto clichê, daqueles que já foi tão debatido que não há mais o que dizer. Mas é justamente por isso que deve ser discutido. Se supostamente já foi dito o suficiente, então por que nada mudou? Quero dizer, houve várias conquistas quando se tratam dos direitos das mulheres, mas e a mentalidade da sociedade atual, que se diz tão avançada, será que realmente mudou?

Vemos no nosso cotidiano mulheres sendo assediadas moral e até fisicamente nas ruas por suas escolhas profissionais e pessoais. As prostitutas são exemplos dessa intensa condenação social por uma simples escolha profissional. Isto é, as mulheres não podem transitar entre as profissões porque são mal vistas? É uma forma de ganhar dinheiro, muitas têm como base de sua renda familiar seus trabalhos nas ruas. Não só elas, mas as mulheres que ocupam cargos que outrora eram exclusivamente masculinos também são vítimas desse assédio moral. A presença feminina na construção civil é um dos pontos que ainda merecem atenção justamente porque não são tratados com normalidade. Qual a diferença entre uma casa planejada e construída por um homem de uma em que uma mulher ocupou seu espaço? Nenhuma. E é justamente aí que o preconceito aparece. O fato de um nome feminino relacionar-se com uma ocupação anteriormente limitada aos homens causa estranhamento em grande parte da população, pois, desde os tempos primitivos, relaciona-se a “soberania” masculina em relação às mulheres devido à sua superioridade física, fato que não se aplica em todos os casos em que é usado como desculpa.

Além disso, uma mulher vestindo roupas curtas tornou-se sinônimo de usar uma placa entitulando-a fácil. Num dia de calor, os homens podem andar pelas ruas com vestes mais curtas sem causar problemas, enquanto as mulheres numa mesma situação sofrem assédios físicos e morais. E ainda há os que dizem que as mulheres vestem-se assim para chamar a atenção e que merecem ser estupradas. Onde fica a liberdade de expressão? Onde fica a liberdade de poder usar o que quiser? Nos países islâmicos, em que há a adoção da burca como vestimenta obrigatória, também são registrados casos de estupro e lá não é “por falta de pano”.

O absurdo de tudo isso é que é real. Quisera eu que tudo não passasse de mais uma ficção. Enquanto a ideologia da sociedade contemporânea continuar como a de uma da Idade Média, nada vai mudar. Não digo que as mulheres deveriam ter um tratamento especial, nem que fossem tratadas como homens, mas sim como seres humanos.


Estamos de volta à Idade Média?

3 de fev. de 2015

Pode parecer que o feminismo seja um assunto clichê, daqueles que já foi tão debatido que não há mais o que dizer. Mas é justamente por isso que deve ser discutido. Se supostamente já foi dito o suficiente, então por que nada mudou? Quero dizer, houve várias conquistas quando se tratam dos direitos das mulheres, mas e a mentalidade da sociedade atual, que se diz tão avançada, será que realmente mudou?

Vemos no nosso cotidiano mulheres sendo assediadas moral e até fisicamente nas ruas por suas escolhas profissionais e pessoais. As prostitutas são exemplos dessa intensa condenação social por uma simples escolha profissional. Isto é, as mulheres não podem transitar entre as profissões porque são mal vistas? É uma forma de ganhar dinheiro, muitas têm como base de sua renda familiar seus trabalhos nas ruas. Não só elas, mas as mulheres que ocupam cargos que outrora eram exclusivamente masculinos também são vítimas desse assédio moral. A presença feminina na construção civil é um dos pontos que ainda merecem atenção justamente porque não são tratados com normalidade. Qual a diferença entre uma casa planejada e construída por um homem de uma em que uma mulher ocupou seu espaço? Nenhuma. E é justamente aí que o preconceito aparece. O fato de um nome feminino relacionar-se com uma ocupação anteriormente limitada aos homens causa estranhamento em grande parte da população, pois, desde os tempos primitivos, relaciona-se a “soberania” masculina em relação às mulheres devido à sua superioridade física, fato que não se aplica em todos os casos em que é usado como desculpa.

Além disso, uma mulher vestindo roupas curtas tornou-se sinônimo de usar uma placa entitulando-a fácil. Num dia de calor, os homens podem andar pelas ruas com vestes mais curtas sem causar problemas, enquanto as mulheres numa mesma situação sofrem assédios físicos e morais. E ainda há os que dizem que as mulheres vestem-se assim para chamar a atenção e que merecem ser estupradas. Onde fica a liberdade de expressão? Onde fica a liberdade de poder usar o que quiser? Nos países islâmicos, em que há a adoção da burca como vestimenta obrigatória, também são registrados casos de estupro e lá não é “por falta de pano”.

O absurdo de tudo isso é que é real. Quisera eu que tudo não passasse de mais uma ficção. Enquanto a ideologia da sociedade contemporânea continuar como a de uma da Idade Média, nada vai mudar. Não digo que as mulheres deveriam ter um tratamento especial, nem que fossem tratadas como homens, mas sim como seres humanos.








O livro Sentimento do Mundo é o terceiro trabalho poético da carreira de Carlos Drummond de Andrade. Possui 28 poemas que foram produzidos entre 1935 e 1940.

Essa obra é referente a primeira fase da carreira de Drummond, a fase gauche(lê-se gôxe). Ele trouxe o olhar do poeta sobre o mundo a sua volta, criticando o poder de destruição do homem, tentando para um lado mais crítico e totalmente político, engajado. Além disso, o livro foi escritor na época que período entre guerras. Anos do fim da primeira guerra mundial.


MENINO CHORANDO NA NOITE
Na noite lenta e morna,
morta noite sem ruído,
um menino chora.
O choro atrás da parede,
a luz atrás da vidraça
perdem-se na sombra dos passos abafados,
das vozes extenuadas,
e, no entanto,
se ouve até o rumor da gota de remédio
caindo na colher.

Um menino chora na noite,
atrás da parede, atrás da rua,
longe um menino chora,
em outra cidade talvez,
talvez em outro mundo.

E vejo a mão que levanta a colher,
enquanto a outra sustenta a cabeça
e vejo o fio oleoso
que escorre pelo queixo do menino,
escorre pela rua, escorre pela cidade,
um fio apenas.
E não há mais ninguém no mundo
A não esse menino chorando.


Um dos 28 poemas, Menino Chorando na Noite, representa a dor universal do mundo. Ser triste dói. Um poema considerado por possuir ternura. Uma qualidade bem predominante no livro é o isolamento social do que ocorre pelo sofrimento existente no mundo.

Resenha: Sentimento do Mundo - Carlos Drummond de Andrade.







O livro Sentimento do Mundo é o terceiro trabalho poético da carreira de Carlos Drummond de Andrade. Possui 28 poemas que foram produzidos entre 1935 e 1940.

Essa obra é referente a primeira fase da carreira de Drummond, a fase gauche(lê-se gôxe). Ele trouxe o olhar do poeta sobre o mundo a sua volta, criticando o poder de destruição do homem, tentando para um lado mais crítico e totalmente político, engajado. Além disso, o livro foi escritor na época que período entre guerras. Anos do fim da primeira guerra mundial.


MENINO CHORANDO NA NOITE
Na noite lenta e morna,
morta noite sem ruído,
um menino chora.
O choro atrás da parede,
a luz atrás da vidraça
perdem-se na sombra dos passos abafados,
das vozes extenuadas,
e, no entanto,
se ouve até o rumor da gota de remédio
caindo na colher.

Um menino chora na noite,
atrás da parede, atrás da rua,
longe um menino chora,
em outra cidade talvez,
talvez em outro mundo.

E vejo a mão que levanta a colher,
enquanto a outra sustenta a cabeça
e vejo o fio oleoso
que escorre pelo queixo do menino,
escorre pela rua, escorre pela cidade,
um fio apenas.
E não há mais ninguém no mundo
A não esse menino chorando.


Um dos 28 poemas, Menino Chorando na Noite, representa a dor universal do mundo. Ser triste dói. Um poema considerado por possuir ternura. Uma qualidade bem predominante no livro é o isolamento social do que ocorre pelo sofrimento existente no mundo.


Ela. Lá estava ela. Vou ser sincero com vocês, no dia eu não a enxerguei com tanta magia como conto agora. No dia era só uma garota na pista de dança, como qualquer outra. Mas hoje, só consigo lembrar dos cabelos negros balançando em câmera lenta. Do corpo balançando em câmera lenta. A cintura, os quadris, as pernas, os braços. E só consigo me lembrar de como amo, ainda, cada parte dela. Um filme só nosso se passa pela minha cabeça, cheio de abraços, cheiros e beijos na ponta do nariz, como ela gostava. Porém como eu já alertei, no dia era só uma garota na pista de dança, que se aproximou da minha mesa acompanhada do meu amigo, o aniversariante e de mais duas moças:


- Eu sabia que você viria, vacilão! - abracei Greg entregando o presente que havia comprado. Nada muito especial. Fiquei meio sem reação vendo as três garotas sentando conosco, apesar de todas serem bonitas.


- Essa é a Diane. - indicou com a cabeça uma garota de cabelos dourados e compridos, roupa cheia de brilhos e e algumas sardas no rosto delicado. Ela me cumprimentou brevemente e virou uma tequila, e depois outra.


- Essa aqui é a sapatão mais gostosa desse pub, Luna.


- Eu sou bi! - ela gritou - Oi! - de cabelo azul, raspado de um lado e uma presilha. A roupa era mais coberta e menos chamativa. Mas simpatizei com ela, por algum motivo.


- E essa é minha prima favorita, Chloe. - e apontou para ela. Ela. Olhos claros, cabelos escuros. Era mais magra e mais baixinha que as outras garotas. E foi a única que sorriu para mim, ali na mesa. Não disse nada. Só sorriu me olhando, e empurrou para perto de mim o copo de vodka que estava tomando.


- Não, obrigado.


Ela encolheu e os ombros virou o que sobrou daquele copo. Acho que ficou com vergonha por eu não ter aceitado. Ou por não saber o que dizer.


- Não vai se apresentar pra elas? - ele sussurrou tentando fazer com o gesto não soasse afetivo demais.


- Sou Matthew. - eu demorei para me soltar. Sempre demoro.


Greg foi dançar com a prima e a loira e eu fiquei na mesa conversando com Luna.


Ela era interessante e estava na mesma universidade que nós, assim como Diane. Só Chloe ainda terminava a escola. E estava ali de maneira ilegal já que ela só tinha dezessete. Luna me interessou. Porque era mais velha, e tinha uma mente criativa e inquieta. Chloe me soou infantil, inconsequente e sem graça. Sei que ela ficaria chateada se soubesse disso.


Só trocamos palavras antes de ir embora:


- Já vai? - perguntou ela se apoiando na mesa.


- Vou sim. Já tá tarde.


- Hora de criança ir pra cama, hein Chloe. Seu pai depois vai nos matar. - Luna comentou, pegando as coisas dela.


- Ah não, ainda é cedo... eu queria dançar mais. - reclamou.


- Quer ir comigo ou ter que carregar seu primo bêbado para casa, mais tarde? - nisso Luna já tinha se levantado e colocado um casaco no ombro da morena, que olhou para trás vendo Gregory com a quinta garota da noite. Ela suspirou e pegou sua bolsa.


Saímos juntos, Luna puxando uns assuntos até chegarmos ao estacionamento onde ambas me beijaram a bochecha em despedida.


Às vezes eu me sinto culpado por não ter visto tudo que Chloe era naquele primeiro momento. Às vezes, acho que desde ali ela já planejava ser misteriosa e intrigante para me ter mais tarde da maneira mais profunda que alguém. Às vezes, acho que ela também não me notou e me achou sem graça. Nunca vou saber a resposta.

O que aconteceu dali em diante, sem a presença dela, pouco importa para essa história. Só voltei a encontrar minha garota duas semanas depois, quando minhas aulas já haviam voltado. Assim como toda aquela chatice da vida comum. Estudar, trabalhar, negar alguns convites para baladas, ir para o bar, depois voltar para casa. E foi voltando para casa que eu a encontrei novamente.




Ensaios sobre ela

2 de fev. de 2015



Ela. Lá estava ela. Vou ser sincero com vocês, no dia eu não a enxerguei com tanta magia como conto agora. No dia era só uma garota na pista de dança, como qualquer outra. Mas hoje, só consigo lembrar dos cabelos negros balançando em câmera lenta. Do corpo balançando em câmera lenta. A cintura, os quadris, as pernas, os braços. E só consigo me lembrar de como amo, ainda, cada parte dela. Um filme só nosso se passa pela minha cabeça, cheio de abraços, cheiros e beijos na ponta do nariz, como ela gostava. Porém como eu já alertei, no dia era só uma garota na pista de dança, que se aproximou da minha mesa acompanhada do meu amigo, o aniversariante e de mais duas moças:


- Eu sabia que você viria, vacilão! - abracei Greg entregando o presente que havia comprado. Nada muito especial. Fiquei meio sem reação vendo as três garotas sentando conosco, apesar de todas serem bonitas.


- Essa é a Diane. - indicou com a cabeça uma garota de cabelos dourados e compridos, roupa cheia de brilhos e e algumas sardas no rosto delicado. Ela me cumprimentou brevemente e virou uma tequila, e depois outra.


- Essa aqui é a sapatão mais gostosa desse pub, Luna.


- Eu sou bi! - ela gritou - Oi! - de cabelo azul, raspado de um lado e uma presilha. A roupa era mais coberta e menos chamativa. Mas simpatizei com ela, por algum motivo.


- E essa é minha prima favorita, Chloe. - e apontou para ela. Ela. Olhos claros, cabelos escuros. Era mais magra e mais baixinha que as outras garotas. E foi a única que sorriu para mim, ali na mesa. Não disse nada. Só sorriu me olhando, e empurrou para perto de mim o copo de vodka que estava tomando.


- Não, obrigado.


Ela encolheu e os ombros virou o que sobrou daquele copo. Acho que ficou com vergonha por eu não ter aceitado. Ou por não saber o que dizer.


- Não vai se apresentar pra elas? - ele sussurrou tentando fazer com o gesto não soasse afetivo demais.


- Sou Matthew. - eu demorei para me soltar. Sempre demoro.


Greg foi dançar com a prima e a loira e eu fiquei na mesa conversando com Luna.


Ela era interessante e estava na mesma universidade que nós, assim como Diane. Só Chloe ainda terminava a escola. E estava ali de maneira ilegal já que ela só tinha dezessete. Luna me interessou. Porque era mais velha, e tinha uma mente criativa e inquieta. Chloe me soou infantil, inconsequente e sem graça. Sei que ela ficaria chateada se soubesse disso.


Só trocamos palavras antes de ir embora:


- Já vai? - perguntou ela se apoiando na mesa.


- Vou sim. Já tá tarde.


- Hora de criança ir pra cama, hein Chloe. Seu pai depois vai nos matar. - Luna comentou, pegando as coisas dela.


- Ah não, ainda é cedo... eu queria dançar mais. - reclamou.


- Quer ir comigo ou ter que carregar seu primo bêbado para casa, mais tarde? - nisso Luna já tinha se levantado e colocado um casaco no ombro da morena, que olhou para trás vendo Gregory com a quinta garota da noite. Ela suspirou e pegou sua bolsa.


Saímos juntos, Luna puxando uns assuntos até chegarmos ao estacionamento onde ambas me beijaram a bochecha em despedida.


Às vezes eu me sinto culpado por não ter visto tudo que Chloe era naquele primeiro momento. Às vezes, acho que desde ali ela já planejava ser misteriosa e intrigante para me ter mais tarde da maneira mais profunda que alguém. Às vezes, acho que ela também não me notou e me achou sem graça. Nunca vou saber a resposta.

O que aconteceu dali em diante, sem a presença dela, pouco importa para essa história. Só voltei a encontrar minha garota duas semanas depois, quando minhas aulas já haviam voltado. Assim como toda aquela chatice da vida comum. Estudar, trabalhar, negar alguns convites para baladas, ir para o bar, depois voltar para casa. E foi voltando para casa que eu a encontrei novamente.




Existe pessoas tão maldosas nesse mundo, eu fico indignada. Pessoas vem, julgam meu jeito de ser, falam que há algo de errado com meu corpo e com minha aparência física, dizem que há algo de errado comigo. E aí, parei pra pensar, e a única conclusão que consegui ter, é que não há nada de errado comigo, mas sim, com essa pessoa. Geralmente, as pessoas julgam aquilo que queriam ser, ou o que queriam ter. Eu nunca consegui entender isso, mas graças a Deus, eu abri meus olhos, e vi, que eu sou muito mais do que dizem, eu sou muito mais do que os olhos pode ver. Hoje, eu consegui abandonar meu "ou" e enfrentar meu "&'s", Eu adoro filmes de patricinhas, e eu também gosto daqueles filmes mais complexos que coloca a cabeça pra pensar, sou drama e sou comédia, eu gosto de rock, e adoro mpb, adoro moda e futebol, amo me maquiar pra sair e ficar em casa toda desajeitada, amo escrever e atuar. Eu demonstro meus sentimentos escrevendo, e isso é maravilhoso, eu tenho sonhos que estou lutando para alcançar a cada dia. Eu acredito em um mundo melhor, e o que está ao meu alcance eu faço pra ajudar as pessoas. Eu tenho um bom coração, sempre vou está ao lado de quem amo, mesmo que tenha me machucado. Eu sei pedir perdão, e melhor ainda, eu sei perdoar. Eu tenho qualidade incríveis, que podem não ser um corpo lindo, e nem um rosto angelical, mas são qualidades, que com certeza me faz ser uma pessoa diferente, e superior a qualquer julgamento de uma pessoa mal resolvida com si mesmo. Minhas atitudes, e o que sou por dentro mostra quem sou, eu não preciso ser perfeita, eu preciso ser eu mesma, e ser sincera comigo mesma. Por isso eu te digo, quando aquela pessoa chegar pra te humilhar, você não precisa fazer o mesmo, simplesmente mostre a ela os seus "&'s", e mostre a ela as suas qualidades, eu tenho certeza, que depois, ela vai parar pra pensar e vai ver, que você é muito melhor do que ela pensou. Chega de rótulos. Não joguem pedras nas pessoas, amem cada uma delas.

Nós todos somos iguais, viva a igualdade. 

#UseSeuE!

Existe pessoas tão maldosas nesse mundo, eu fico indignada. Pessoas vem, julgam meu jeito de ser, falam que há algo de errado com meu corpo e com minha aparência física, dizem que há algo de errado comigo. E aí, parei pra pensar, e a única conclusão que consegui ter, é que não há nada de errado comigo, mas sim, com essa pessoa. Geralmente, as pessoas julgam aquilo que queriam ser, ou o que queriam ter. Eu nunca consegui entender isso, mas graças a Deus, eu abri meus olhos, e vi, que eu sou muito mais do que dizem, eu sou muito mais do que os olhos pode ver. Hoje, eu consegui abandonar meu "ou" e enfrentar meu "&'s", Eu adoro filmes de patricinhas, e eu também gosto daqueles filmes mais complexos que coloca a cabeça pra pensar, sou drama e sou comédia, eu gosto de rock, e adoro mpb, adoro moda e futebol, amo me maquiar pra sair e ficar em casa toda desajeitada, amo escrever e atuar. Eu demonstro meus sentimentos escrevendo, e isso é maravilhoso, eu tenho sonhos que estou lutando para alcançar a cada dia. Eu acredito em um mundo melhor, e o que está ao meu alcance eu faço pra ajudar as pessoas. Eu tenho um bom coração, sempre vou está ao lado de quem amo, mesmo que tenha me machucado. Eu sei pedir perdão, e melhor ainda, eu sei perdoar. Eu tenho qualidade incríveis, que podem não ser um corpo lindo, e nem um rosto angelical, mas são qualidades, que com certeza me faz ser uma pessoa diferente, e superior a qualquer julgamento de uma pessoa mal resolvida com si mesmo. Minhas atitudes, e o que sou por dentro mostra quem sou, eu não preciso ser perfeita, eu preciso ser eu mesma, e ser sincera comigo mesma. Por isso eu te digo, quando aquela pessoa chegar pra te humilhar, você não precisa fazer o mesmo, simplesmente mostre a ela os seus "&'s", e mostre a ela as suas qualidades, eu tenho certeza, que depois, ela vai parar pra pensar e vai ver, que você é muito melhor do que ela pensou. Chega de rótulos. Não joguem pedras nas pessoas, amem cada uma delas.

Nós todos somos iguais, viva a igualdade. 
Para a parte de português, fica aqui essa pequena explicação sobre os 6 elementos da comunicação.

1. Emissor.
- É aquele que vai transmitir a mensagem. Na língua portuguesa, o emissor é considerado o codificador dela.

2. Receptor.
- É a pessoa que vai receber a mensagem emitida pelo receptor. Na língua portuguesa, o receptor é considerado o decodificador.

Obs: Quando existir uma "troca de posições" entre emissor e receptor é chamado de interlocução.

Ex: Diálogos.

3. Mensagem.
- É o próprio gênero textual utilizado pelo emissor em sua transmissão de mensagem.

4. Código.
- É o tipo de linguagem usada para transmitir a mensagem. Pode ser através de gestos, escrita, fala e etc.

5. Canal.
- É o meio pelo qual vai ser transmitida tal mensagem. Pode ser através de meios eletrônicos(celular, computador), rádio, televisão e etc.

6. Referente.
- É a situação em que a mensagem está ocorrendo.
Ex: Sala de aula, escritório, casa e etc.





Bom, espero que aprendam e percebam que isso está acontecendo constantemente em nossas vidas. 
Estudem e pratiquem!








 

Dicas: Elementos da comunicação.

1 de fev. de 2015

Para a parte de português, fica aqui essa pequena explicação sobre os 6 elementos da comunicação.

1. Emissor.
- É aquele que vai transmitir a mensagem. Na língua portuguesa, o emissor é considerado o codificador dela.

2. Receptor.
- É a pessoa que vai receber a mensagem emitida pelo receptor. Na língua portuguesa, o receptor é considerado o decodificador.

Obs: Quando existir uma "troca de posições" entre emissor e receptor é chamado de interlocução.

Ex: Diálogos.

3. Mensagem.
- É o próprio gênero textual utilizado pelo emissor em sua transmissão de mensagem.

4. Código.
- É o tipo de linguagem usada para transmitir a mensagem. Pode ser através de gestos, escrita, fala e etc.

5. Canal.
- É o meio pelo qual vai ser transmitida tal mensagem. Pode ser através de meios eletrônicos(celular, computador), rádio, televisão e etc.

6. Referente.
- É a situação em que a mensagem está ocorrendo.
Ex: Sala de aula, escritório, casa e etc.





Bom, espero que aprendam e percebam que isso está acontecendo constantemente em nossas vidas. 
Estudem e pratiquem!








 
É inegável que eu te amo. Já tentei convencer-me de que era apenas uma fase, um entusiasmo passageiro devido ao seu bom humor e ao modo doce como pronuncia meu nome. Já tentei gostar de outras bocas e me sentir feliz em outras camas, mas, no final das contas, era a sua falta que eu sentia. Já tentei também parar de ligar o meu cantor favorito ao seu nome, parar de me importar com seus problemas e deixar com que você crescesse sozinho, porém a necessidade de cuidar de você e te proteger sempre acabou falando mais alto.
Sabe, eu já tentei até dizer que eu estava imaginando coisas, tentei me convencer de que era apenas uma amizade misturada com desejo ou que, talvez, era só o fato de ser impossível que me fazia querer mais. Porque eu sempre fui assim, como você mesmo dizia, toda mimada e focada no que não posso ter. Porém contigo foi diferente. Deixou de ser birra ou, quem sabe, nem chegou a ser. Tornou-se necessidade. Eu queria mais que tudo estar em sua cama todas as vezes que reclamava de carência. Eu queria, mais que todas as coisas que já quis no mundo, te mostrar que comigo você seria feliz e que eu não seria só mais uma em sua vida. Eu até tentei te mostrar que daríamos super certo, que nossos gostos eram parecidos e que eu era a personificação do seu remédio. Porque eu era a cura para o seu mal. Mas, juro, eu tentei também me afastar. 
Porque sei que sou uma catástrofe sozinha. Tentei não me apegar pra não ferrar com tudo - como sempre faço. Eu tentei te deixar longe das minhas confusões porque eu sou, mesmo, uma bomba. E eu explodo quase sempre -mesmo que esta definição nem exista. Eu explodo, sim - com o perdão da regra do verbo defectivo. Eu explodo em várias ocasiões inapropriadas. E meus estilhaços acertam sempre nos mais inocentes. Só que eu queria me afastar não só para o seu bem, mas para o meu também. Você nunca foi o tipo de garoto ideal, daqueles que não ferem. Muito pelo contrário. Você gostava de ferir. E eu, vulneravelmente burra, gostava de ser ferida por você. Tentei não me preocupar com seu cigarro, com a sua bebida e com o seu vazio interior. Tentei não gritar que o que falta na sua vida sou eu. Quase chorei ao morder a boca para não dizer que eu queria preencher todo o seu vazio. Que eu queria que você se inundasse de mim, se transbordasse de mim. E desisti. Por fim eu desisti de tentar me enganar, desisti de sorrir enquanto você me falava da garota que gosta e desisti também de tentar nos imaginar apenas como bons amigos. O fato é que eu amo você. E não há nada no momento que possa ser feito.
O pior é que eu sei que fui a pessoa que mais te invadiu, que mais te desvendou. Das poucas pessoas que puderam te conhecer a fundo, eu fui a que chegou num lugar antes nunca habitado. Fui a única a saber de todos os seus medos, suas histórias, suas brincadeiras e seus sonhos. Eu sou a única que te ama pelo que você é. Ela, ou qualquer outra, te ama pela superfície, pela sua capa. Ela te ama pelo seu bom humor e pelos dias de sol. Te ama pelo sorriso de canto e pelo sua performance impecável na guitarra. Ela te ama pelo show bem sucedido, pela camiseta bem passada e pelo seu bom gosto musical. Te ama pelo cheiro de perfume importado que você exala, pela rapidez como responde as mensagens dela e pelo modo carinhoso como a trata. Ela te ama aos sábados – o dia em que todo mundo é feliz, te ama sorridente e estruturado. Ao contrário de mim. Eu te amo pela sua cara de poucos amigos e pelos dias de chuva ou até mesmo de tempestade. Te amo pela lágrima que escorre quando qualquer coisa te amedronta, pelas vezes que você desafina na guitarra ou quando nada dá certo naquele show tão esperado. Eu te amo pela roupa nova rasgada no último rolê de long e pelas vezes que cismou de ouvir música ruim. Eu te amo pelo cheiro natural da sua pele, do seu suor. Te amo até mesmo quando se esquece de responder minhas mensagens ou quando, por um descuido qualquer, acaba sendo ríspido ou grosseiro comigo. Eu te amo na segunda-feira – o dia mais azedo da semana, te amo tristonho ou desestabilizado. Eu te amo, obviamente, em todos os seus momentos de alegria, mas também naqueles em que ninguém mais consegue ver beleza em seus olhos, em que ninguém mais aguenta ouvir sua voz. Eu te amo na sua solidão, amo até seu lado obscuro. Eu te amo por inteiro ou do avesso. E eu já te amei em situações que ninguém ousaria amar outro alguém.
Contudo, eu acredito em destino. Acredito também em mágicas, estrelas cadentes e cartas de tarô. E quer saber? Não temos nada disso ao nosso favor. Nós, simplesmente, não nascemos para ser algo duradouro. E não adianta lutarmos contra isso - até mesmo porque você não lutaria. Estou farta. De você, de nós e dela. Desse triângulo que nos une e me esmaga, me enfraquece e me enlouquece. Como eu sempre disse, desde o início, eu só queria que fosse feliz. Se não comigo, com outra. Mas fosse! E você parece estar feliz, de coração. Como consequência, eu estou também. Juro por Deus que estou feliz. Só vê se não me procura toda vez que der errado, por favor. Vê se não me procura sempre que ela te trocar pela balada ou te causar um ciúme infantil. Vê se não me procura quando perceber que está perdendo a pessoa que mais te amou, que mais te invadiu e, mesmo assim, gostou do que viu. Vê se não me procura quando ela debochar dos seus gostos, não compreender sua ligação à família ou te abandonar na sexta-feira. Por favor, não me olha com essa cara de "me espera só mais um pouquinho" porque eu já não aguento mais. Eu te esperei por quatro anos. E durante todo esse tempo você tentou achar alguém melhor. Durante todo esse tempo você me deixou em segundo plano para procurar uma distração mais agradável. E você voltava. E você voltou. Mas, pelo amor de Deus, pela primeira vez na sua vida, vê se não volta.




Vê se não volta

É inegável que eu te amo. Já tentei convencer-me de que era apenas uma fase, um entusiasmo passageiro devido ao seu bom humor e ao modo doce como pronuncia meu nome. Já tentei gostar de outras bocas e me sentir feliz em outras camas, mas, no final das contas, era a sua falta que eu sentia. Já tentei também parar de ligar o meu cantor favorito ao seu nome, parar de me importar com seus problemas e deixar com que você crescesse sozinho, porém a necessidade de cuidar de você e te proteger sempre acabou falando mais alto.
Sabe, eu já tentei até dizer que eu estava imaginando coisas, tentei me convencer de que era apenas uma amizade misturada com desejo ou que, talvez, era só o fato de ser impossível que me fazia querer mais. Porque eu sempre fui assim, como você mesmo dizia, toda mimada e focada no que não posso ter. Porém contigo foi diferente. Deixou de ser birra ou, quem sabe, nem chegou a ser. Tornou-se necessidade. Eu queria mais que tudo estar em sua cama todas as vezes que reclamava de carência. Eu queria, mais que todas as coisas que já quis no mundo, te mostrar que comigo você seria feliz e que eu não seria só mais uma em sua vida. Eu até tentei te mostrar que daríamos super certo, que nossos gostos eram parecidos e que eu era a personificação do seu remédio. Porque eu era a cura para o seu mal. Mas, juro, eu tentei também me afastar. 
Porque sei que sou uma catástrofe sozinha. Tentei não me apegar pra não ferrar com tudo - como sempre faço. Eu tentei te deixar longe das minhas confusões porque eu sou, mesmo, uma bomba. E eu explodo quase sempre -mesmo que esta definição nem exista. Eu explodo, sim - com o perdão da regra do verbo defectivo. Eu explodo em várias ocasiões inapropriadas. E meus estilhaços acertam sempre nos mais inocentes. Só que eu queria me afastar não só para o seu bem, mas para o meu também. Você nunca foi o tipo de garoto ideal, daqueles que não ferem. Muito pelo contrário. Você gostava de ferir. E eu, vulneravelmente burra, gostava de ser ferida por você. Tentei não me preocupar com seu cigarro, com a sua bebida e com o seu vazio interior. Tentei não gritar que o que falta na sua vida sou eu. Quase chorei ao morder a boca para não dizer que eu queria preencher todo o seu vazio. Que eu queria que você se inundasse de mim, se transbordasse de mim. E desisti. Por fim eu desisti de tentar me enganar, desisti de sorrir enquanto você me falava da garota que gosta e desisti também de tentar nos imaginar apenas como bons amigos. O fato é que eu amo você. E não há nada no momento que possa ser feito.
O pior é que eu sei que fui a pessoa que mais te invadiu, que mais te desvendou. Das poucas pessoas que puderam te conhecer a fundo, eu fui a que chegou num lugar antes nunca habitado. Fui a única a saber de todos os seus medos, suas histórias, suas brincadeiras e seus sonhos. Eu sou a única que te ama pelo que você é. Ela, ou qualquer outra, te ama pela superfície, pela sua capa. Ela te ama pelo seu bom humor e pelos dias de sol. Te ama pelo sorriso de canto e pelo sua performance impecável na guitarra. Ela te ama pelo show bem sucedido, pela camiseta bem passada e pelo seu bom gosto musical. Te ama pelo cheiro de perfume importado que você exala, pela rapidez como responde as mensagens dela e pelo modo carinhoso como a trata. Ela te ama aos sábados – o dia em que todo mundo é feliz, te ama sorridente e estruturado. Ao contrário de mim. Eu te amo pela sua cara de poucos amigos e pelos dias de chuva ou até mesmo de tempestade. Te amo pela lágrima que escorre quando qualquer coisa te amedronta, pelas vezes que você desafina na guitarra ou quando nada dá certo naquele show tão esperado. Eu te amo pela roupa nova rasgada no último rolê de long e pelas vezes que cismou de ouvir música ruim. Eu te amo pelo cheiro natural da sua pele, do seu suor. Te amo até mesmo quando se esquece de responder minhas mensagens ou quando, por um descuido qualquer, acaba sendo ríspido ou grosseiro comigo. Eu te amo na segunda-feira – o dia mais azedo da semana, te amo tristonho ou desestabilizado. Eu te amo, obviamente, em todos os seus momentos de alegria, mas também naqueles em que ninguém mais consegue ver beleza em seus olhos, em que ninguém mais aguenta ouvir sua voz. Eu te amo na sua solidão, amo até seu lado obscuro. Eu te amo por inteiro ou do avesso. E eu já te amei em situações que ninguém ousaria amar outro alguém.
Contudo, eu acredito em destino. Acredito também em mágicas, estrelas cadentes e cartas de tarô. E quer saber? Não temos nada disso ao nosso favor. Nós, simplesmente, não nascemos para ser algo duradouro. E não adianta lutarmos contra isso - até mesmo porque você não lutaria. Estou farta. De você, de nós e dela. Desse triângulo que nos une e me esmaga, me enfraquece e me enlouquece. Como eu sempre disse, desde o início, eu só queria que fosse feliz. Se não comigo, com outra. Mas fosse! E você parece estar feliz, de coração. Como consequência, eu estou também. Juro por Deus que estou feliz. Só vê se não me procura toda vez que der errado, por favor. Vê se não me procura sempre que ela te trocar pela balada ou te causar um ciúme infantil. Vê se não me procura quando perceber que está perdendo a pessoa que mais te amou, que mais te invadiu e, mesmo assim, gostou do que viu. Vê se não me procura quando ela debochar dos seus gostos, não compreender sua ligação à família ou te abandonar na sexta-feira. Por favor, não me olha com essa cara de "me espera só mais um pouquinho" porque eu já não aguento mais. Eu te esperei por quatro anos. E durante todo esse tempo você tentou achar alguém melhor. Durante todo esse tempo você me deixou em segundo plano para procurar uma distração mais agradável. E você voltava. E você voltou. Mas, pelo amor de Deus, pela primeira vez na sua vida, vê se não volta.




Tô tentando me manter em pé, as vezes a vida não coopera, né? O jeito as vezes é esperar a morte chegar na nossa porta e a gente acabar se arrependendo de ter esperado por ela, mas a vida é assim , desistências, aceitações, sentimentos, uma mistura de tudo, sempre que você recebe algo demais, você recebe outra coisa de menos, ou as vezes a vida simplesmente te dá um biscoito, depois te chuta e pega o biscoito de volta, a vida é como um menininho briguento, muito agressivo, mas no fundo tem seu lado doce e bonito, assim como a maioria das pessoas, que as vezes parece ser tão feia mas por dentro é uma pessoa maravilhosa, ou então a pessoa é tão bonita por fora que esquece de sua beleza interior, se tornando uma pessoa completamente fútil.

O jeito é desistir.

31 de jan. de 2015

Tô tentando me manter em pé, as vezes a vida não coopera, né? O jeito as vezes é esperar a morte chegar na nossa porta e a gente acabar se arrependendo de ter esperado por ela, mas a vida é assim , desistências, aceitações, sentimentos, uma mistura de tudo, sempre que você recebe algo demais, você recebe outra coisa de menos, ou as vezes a vida simplesmente te dá um biscoito, depois te chuta e pega o biscoito de volta, a vida é como um menininho briguento, muito agressivo, mas no fundo tem seu lado doce e bonito, assim como a maioria das pessoas, que as vezes parece ser tão feia mas por dentro é uma pessoa maravilhosa, ou então a pessoa é tão bonita por fora que esquece de sua beleza interior, se tornando uma pessoa completamente fútil.

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